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Nem todos os objetos de Battlefield 3 poderão ser destruídos, afirma DICE

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Karl-Magnus Troedsson, gerente geral da desenvolvedora DICE, afirmou que questões de jogabilidade impedem que todas as construções de Battlefield 3 sejam destruídas e que o game terá bem menos demolições que seu antecessor, Bad Company 2. Apesar disso, esse aspecto ainda é um dos principais fatores do novo título.

Em entrevista ao site IGN, Troedsson contou que a destruição não era um fator primordial nos primeiros títulos da série, e a adição de ambientes dinâmicos acabou funcionando bem a ponto de se tornar uma marca registrada. Em Battlefield: Bad Company 2, porém, a grande quantidade de objetos destrutíveis entrou no caminho da jogabilidade em alguns momentos. “Em alguns mapas com modos mais longos, tudo acabava sendo destruído. Isso dificultava a defesa de posições e fez com que a gente adicionasse locais que não poderiam ser demolidos”, explicou.

Troedsson explica que, apesar de certos edifícios não poderem ser derrubados completamente, paredes e pisos poderão ser explodidos e atirados na direção do inimigo, causando efeitos semelhantes.

A redução da destruição também tem a ver com um desejo de transformar Battlefield 3 em um jogo mais próximo da realidade. “Estamos representando a guerra e tudo aquilo que ela sugere”, afirmou o designer chefe do game, David Goldfarb, em texto publicado no blog oficial do título.

Ele discute que, enquanto os games anteriores da série eram como “Indiana Jones com metralhadoras”, Battlefield 3 tenta ser mais plausível e verossímil. “A trama [do título] precisa ser contemporânea e ligada a emoções que nunca tentamos antes. A atmosfera é o foco”, explica ele. “Vamos fazer perguntas. O que você realmente faria por seu país?”

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