Ninguém está a salvo em The Last of Us: Part II, garante diretor
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Ninguém está a salvo em The Last of Us: Part II, garante diretor

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Durante o painel dedicado a The Last of Us: Part II na PlayStation Experience, o diretor do game, Neil Druckmann, falou sobre o que podemos esperar em relação à história do game. Questionado por um fã sobre se Joel está vivo ou não na sequência, Druckmann respondeu em tom de brincadeira que “todo mundo morre em algum ponto”.

Pouco depois, adotando um tom mais série, o diretor afirmou que nenhum personagem está a salvo na sequência. “Há algo em jogo — as consequências são reais”, explicou. “Em The Last of Us, ninguém está seguro. Queremos que as pessoas cheguem a The Last of Us: Part II, especialmente com esse tema de ódio e com o que queremos dizer com esse game, sabendo que ninguém está seguro — nem mesmo esses dois [Joel e Ellie]”.

Druckmann também reiterou que, enquanto o tema do primeiro game era “amor”, a sequência tem como mote central o “ódio”. Durante o painel, o diretor também falou sobre como a roteirista Halley Gross (de Westworld) ajudou a criar o “melhor game de todos os tempos”.

The Last of Us

Ele explicou que, embora estivesse contente com o que havia bolado para o começo e para o fim da trama, estava tendo problemas em definir o que acontecia em sua metade. A chegada de Gross à equipe ajudou bastante nessa parte, ajudando o diretor a desenvolver ótimas ideias para a maneira como a história deveria se desenvolver.

Para completar, Druckmann revelou que uma “grande parte” do jogo se passa em Seattle e que a Naughty Dog já completou entre 50% e 60% do game. Ele também falou que os fãs do Last of Us original podem não gostar da sequência e que a desenvolvedora vai “continuar a fazer jogos single player, lineares e baseados na narrativa para sempre” — e que, infelizmente, vamos ter que aguardar até a E3 de 2018 para ver o título em ação.

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