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Nintendo é processada por quebra de patente no uso do efeito tridimensional do 3DS

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Ao que parece, a tal revolução tridimensional que a Nintendo pretendia oferecer com o 3DS está trazendo mais dores de cabeça do que o esperado. Quase dois anos após o lançamento do portátil, a “Big N” terá de ir à Justiça explicar as acusações de quebra de patente sobre o uso da tecnologia.

Tudo isso porque o inventor japonês Seijiro Tomita garante ter criado uma forma ver imagens em três dimensões sem a necessidade de óculos especiais antes de a fabricante trazer essa característica ao seu produto. Segundo ele, o protótipo da novidade foi apresentado para executivos da Nintendo em 2003, quando ele estava procurando parceiros que pudessem viabilizar seu projeto.

E enquanto ele esperava um retorno, o 3DS foi apresentado ao mundo com a sua ideia — mas sem os devidos créditos e pagamentos. Tanto que ele afirma se sentiu traído ao descobrir que quatro dos indivíduos para quem ele explicou a tecnologia afirmam ter sido responsáveis pela criação do portátil.

No entanto, a Nintendo nega as acusações alegando que o 3D utilizado no console é notavelmente diferente daquele apresentado por Tomita há 10 anos, pois não utiliza alguns conceitos mostrados por ele, como o chamdo cross-point. Além disso, a Big N conta que ele foi um entre as centenas de inventores contatados na época e que foi decidido firmar um acordo com a Sharp, que passou a produzir as telas.

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