Nioh: nossa análise está em progresso e esse jogo é insano

Nioh: nossa análise está em progresso e esse jogo é insano

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É impressionante como os jogos que bebem da fórmula From Software fomentam um hype enorme entre os fãs. Com Nioh não foi diferente. Toda e qualquer apresentação do jogo movimenta legiões de seguidores em fóruns de discussão, em uma experiência que tem sido comparada exaustivamente com a franquia Souls e o saudoso Onimusha, da Capcom.

E é bem por aí mesmo. O alto tom de dificuldade dita o ritmo – mais frenético e igualmente cadenciado – da proposta da Koei Tecmo. O que ela propõe ao jogador, na verdade, é um equilíbrio entre técnica, reflexos e timing, só que com um tempero feudal. Com esses três pilares em mente, você consegue usufruir de tudo que há de bom aqui – e acredite: dá para gastar centenas de horas.

A filosofia de Rocky Balboa nunca se fez mais presente. Basicamente, não se trata de medir o quanto você consegue bater. O que está em jogo é sua capacidade de apanhar e ter resiliência para continuar

Aqui, a filosofia de Rocky Balboa nunca se fez mais presente. Basicamente, não se trata de medir o quanto você consegue bater. O que está em jogo é sua capacidade de apanhar e seguir adiante, assim como na série Souls, Bloodborne e derivados. Essa premissa foi completamente emprestada da From Software e cá está, nas mãos da Koei Tecmo, mas não se engane: há uma batelada de elementos que dão a Nioh uma identidade própria.

Inspirado em Souls, mas com identidade

Ao mesmo tempo em que Nioh é abertamente influenciado por seu inspirador espiritual, ele tem a exímia capacidade de resguardar com brilho próprio uma identidade única. Alguns fatores ajudam a elencar esse argumento:

  • O Japão feudal à la Onimusha;
  • O sistema de combate com posições diferentes (planos alto, médio e baixo);
  • A variedade de equipamentos, com destaque a diversas opções de longo alcance;
  • A estrutura da narrativa, mais guiada e linear, que nos apresenta William, um protagonista pronto que tem sua própria jornada, e não um personagem aleatório criado pelo jogador;
  • ... Outras coisas que estamos descobrindo.

Todas as demonstrações disponibilizadas na PSN foram um passeio no parque. A versão final redefine o conceito de insanidade e masoquismo

Antes da versão final, três demonstrações de Nioh foram oferecidas na PSN: o Alpha, o Beta e a demo “Última Chance”, que compilou o que havia de melhor nas duas anteriores. Cada apresentação trouxe pontos de evolução: gráficos melhores, desempenho mais estável e correções no sistema de combate com base no feedback dos jogadores.

Funcionou. Até aqui, a experiência está cristalina em todos os sentidos: batalhas sólidas, looting autêntico, ótimo level design, customização de primeira linha, exploração desafiadora e chefões insanos.

Tudo isso em meio a uma atmosfera sombria que empresta os melhores requintes de Onimusha ou até mesmo de Castlevania – o vilão do game, por exemplo, tem um semblante de Drácula/Nosferatu como poucos.

Aguardem!

Nossas impressões são absolutamente positivas até aqui. A análise completa, que está a cargo do Gabriel Soto Bello, mestre na arte dessa fórmula insana, você poderá conferir em breve. Nioh será lançado nesta terça-feira (7), exclusivamente para PlayStation 4.

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