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O hardware não deveria limitar o jogador, afirma o CEO da Wargaming

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Fonte da imagem: Reprodução/GamesIndustry International
Você pode nunca ter ouvido falar de World of Tanks, título que ajudou a colocar a desenvolvedora Wargaming no mapa da indústria. Mesmo assim, o game free to play já conquistou a atenção de uma quantidade imensa de pessoas, gerando lucros que permitiram à empresa expandir suas atividades e comprar desenvolvedoras consagradas.

Entre as aquisições recentes do estúdio estão a Day 1 Studios (F.E.A.R.) e a Gas Powered Games (Dungeon Siege, Age of Empires Online), o que abriu portas para o desenvolvimento de games para consoles e PCs. Além disso, a empresa investiu na BigWorld, desenvolvedora de middlewares que garantiu à organização um maior controle sobre as ferramentas que usa para criar seus títulos.

Em entrevista à GamesIndustry International, o CEO da Wargaming, Victor Kislyi, afirmou que todos esses movimentos são parte de uma estratégia de oferecer conteúdos de qualidade para qualquer pessoa. “O hardware não pode impedir o jogador de obter a experiência. Obviamente, com a Day 1 gostaríamos de expandir nossas iniciativas multiplataforma. Não temos muita experiência em trabalhar com consoles ou dispositivos móveis, mas devemos experimentar iniciativas novas. Então, começamos isso com a Gas Powered e a Day 1”, explicou ele.

Fase de experimentos

“Ainda estamos experimentando. Se trata de selecionar a ideia mais legal para o momento, ver se ela é tecnologicamente possível, e então iniciar os protótipos e a produção. Nada está claro, adquirimos essas duas recentemente. Só as vemos como veteranas que estão fazendo grandes jogos. Precisamos misturar isso com a experiência free to play, a capacidade financeira, a infraestrutura de publicação e a sabedoria da Wargaming”, explicou o executivo.

Segundo Kislyi, embora a empresa atualmente não esteja trabalhando com o PlayStation 4, essa possibilidade não foi descartada. “É tudo sobre os games, a plataforma sozinha não vai fazer milagres. É preciso ter um bom conceito. Mas não fechamos portas. Temos o poder de analisar todas as possibilidades futuras e considerá-las quando elas se mostrarem razoáveis”, finaliza.

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