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O Wii U precisa de uma “nova propriedade intelectual matadora”, afirma o presidente da Q-Games

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Fonte da imagem: Reprodução/Nintendo Life
Em qualquer entrevista que trate do desenvolvimento de games para os consoles atuais, é difícil que o nome Wii U não seja mencionado. O último se pronunciar sobre o console da Nintendo foi Dylan Cuthbert, presidente da Q-Games (estúdio responsável pela série Pixel Junk), que mostrou otimismo quanto ao console.

Em uma conversa com a Siliconera, Cuthbert afirmou que o que falta ao produto é um software de destaque. “Se eles querem ganhar, eles vão ter que investir em games. Eles provavelmente precisarão de uma super propriedade intelectual nova, algo especial que realmente desperte o interesse das pessoas”, declarou ele.

“Eles sempre conseguem bolar algo, eles são muito inovadores. Quando o DS saiu, as pessoas disseram que ele não era muito bom e que ele teria um desempenho ruim, mas ele acabou vendendo centenas de milhões de unidades e teve muitos títulos inovadores. Eu acredito que eles vão encontrar algo que venda muito bem. Quem pensaria que o Wii Fit venderia 15 milhões de unidades?”, complementa o desenvolvedor.

Revalorização dos games

Cuthbert acredita que a nova geração de consoles, representada pelo Wii U, PlayStation 4 e o próximo Xbox pode representar uma volta aos “jogos de raiz”. Ele espera que as pessoas voltem a se interessar por jogos por eles algo que apresenta ideias novas que pode ser vendidos por preços acima de um dólar — uma referência clara ao cenário de games para dispositivos como smartphones e tablets.

“Você tem muita inovação no iPhone, por exemplo, mas eles têm que vender todos os seus jogos por um dólar. A não ser que você tenha um mercado de milhões e milhões de jogadores, é muito difícil vender para esse público e ter seu dinheiro de volta. Não me importo em não lucrar com nossos jogos, mas queremos ao menos recuperar nosso investimento para continuar trabalhando. Assim, podemos alimentar as crianças”, afirmou.

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