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Pachter: “Eu não sei por que o Iwata ainda está empregado”

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Para o sempre controverso analista da Wedbush Securities, Michael Pachter, a Nintendo perde atualmente um tempo precioso ao relutar em colocar seus esforços no mercado mobile. “Eu não sei como o Iwata ainda está empregado”, disse ele, durante o evento Game Monetization USA, realizado em São Francisco, Califórnia (EUA).

Para Pachter, Iwata deveria abraçar a jogabilidade em smartphones, levando as franquias consagradas da Big N para as plataformas mobile, a fim de aumentar a receita, considerando-se que a nova plataforma da companhia tem mostrado algumas dificuldades em chamar a atenção do público.

“Isso considerando-se que ele se recusa a tomar vantagem da oportunidade, enquanto o mercado portátil continua a encolher e o Wii U falha até agora em deslanchar.” Não obstante, o analista reconhece a possibilidade de que uma nova leva de jogos atraia a atenção para a plataforma — embora considere isso bastante improvável.

Para ele, a solução seria levar velhos jogos de GameBoy Advance gratuitamente para celulares e tablets, cobrando “entre US$ 3 e US$ 5” por títulos mais recentes do DS. Embora Iwata tenha prometido “9  milhões de unidades vendidas” do Wii U durante o atual ano fiscal, há toda uma leva de especialistas que encaram a prospecção de forma muito mais cética.

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