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Pesquisadores não têm certeza se vício em games pode ser considerado distúrbio mental

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A psiquiatria precisa ser uma ciência para definir síndromes e condições que possam ser consideradas críticas o suficiente para caracterizá-las como doenças. Uma dessas questões é se o vício em vídeo games pode ser considerado um distúrbio mental sério, com necessidade de tratamento especial e demais acompanhamento médico. O maior problema quanto e essa questão é conseguir chegar a uma definição consensual sobre o que seria vício.

Atualmente, vício em games não é considerado uma condição médica que permita que você tire licença de suas ocupações e que seu plano de saúde cubra as despesas médicas do tratamento. Em 2010, a Associação Americana de Psiquiatria (American Psychiatric Association) divulgou a edição revisada de sua bíblia de conceitos.

Entre as modificações realizadas, foi incluída a categoria de “comportamento vicioso”, a qual pode ser atribuído o vício em jogo (como máquinas caça-níqueis, carteado e afins). Em outras palavras, a ideia de que a dependência com a jogatina possa ser considerada mais do que meramente física já está começando a ser aceita pela comunidade científica.

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O problema apontado por muitos psiquiatras é que, se algumas categorias forem aceitas como distúrbios mentais, haverá precedente para que muitas atividades normais também possam começar a ser incluídas. Logo, a credibilidade dos tratamentos ficaria seriamente prejudicada, bem como o diagnóstico realizado pela classe de profissionais.

 Assim, o debate continua acontecendo entre psiquiatras e psicólogos em todo o mundo. Sobre esta delicada questão, o conselho que o TecMundo Games pode dar aos jogadores é que “apreciem seus jogos com moderação”. Dessa maneira, tudo acabará bem.

Fonte: Kotaku

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