Presidente Trump culpa, mais uma vez, videogames por massacres nos EUA

Presidente Trump culpa, mais uma vez, videogames por massacres nos EUA

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Em um período de aproximadamente 12 horas, dois massacres aconteceram nos EUA no primeiro fim de semana de agosto. Em ambos os casos, indícios de comportamento anti-social e tendências racistas, ligadas a movimentos de supremacia branca no país. Mesmo assim, o presidente Donald Trump, mais uma vez, coloca a culpa dos atentados em jogos eletrônicos.

Em uma conferência feita nessa segunda-feira, dia 5, o presidente dos Estados Unidos afirmou que jogos de videogame têm sua parcela de culpa nos massacres do último fim de semana.

Fonte: Reuters/Reprodução

"Temos que parar com a glorificação da violência em nossa sociedade. Isso inclui jogos violentos e horripilantes que agora são muito comuns. É fácil para que jovens problemáticos fiquem envoltos em uma cultura que celebra a violência. Nós precisamos parar com isso ou reduzir esse impacto de maneira significativa imediatamente", disse Trump.

Trump também colocou a culpa na internet, por conta de sites que ajudam a disseminar discurso de ódio.

É válido lembrar que o presidente dos Estados Unidos é acusado constantemente por conta de comentários racistas em entrevistas e no sua conta oficial do Twitter, falando recentemente sobre "eliminar imigrantes" durante discursos e detém crianças longe dos pais, em locais considerados por especialistas como campos de concentração.

Dados indicam que o problema não são os jogos, mas sim os Estados Unidos

Como os massacres vêm acontecendo com frequência nos Estados Unidos, com políticos e agentes da direita americana afirmando que jogos eletrônicos são os culpados por influenciar pessoas que demonstram ter vários problemas alheios a isso, uma hashtag começou a ser usada no Twitter para mostrar que jogos não são os culpados.

A hashtag #VideogamesAreNotToBlame traz diversos relatos de como videogames podem estar sendo usados como bode espiatório de um problema muito maior nos EUA.

São dados sobre o fato de vários países do mundo terem acesso a filmes, livros e jogos eletrônicos violentos, sempre com classificação etária correspondente ao seu conteúdo, mas os casos de atentados similares aos que aconteceram no último fim de semana não acontecem como nos Estados Unidos.

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