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Prévia - Parkour faz a diferença na matança de zumbis em Dying Light

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Mais um apocalipse zumbi se aproxima. Entretanto, ao invés de confrontar as criaturas, a melhor saída é correr delas e fugir pelos lugares mais altos - e essa ideia simplifica a melhor das estratégias para se dar bem em Dying Light.

Dos vários jogos que vi na BGS 2013, a demonstração de Dying Light era a única que tinha um contador regressivo (seis minutos). Isso me fez correr o máximo possível, mas ainda assim foi possível conferir algumas das ideias que a Techland tentou explorar no game.

Corre daqui, pula de lá

A principal diferença entre este e os demais jogos de zumbi é a adição dos elementos de parkour. A técnica, que vem conquistando adeptos em vários lugares do mundo, abre novas possibilidades na luta contra os comedores de cérebro.

Além de correr (ainda que por um período limitado, já que há uma barra de resistência), o protagonista também pode escorregar para passar por superfícies mais baixas. É um movimento que lembra um carrinho de jogo de futebol, e em poucos segundos você descobre que isso funciona muito bem como uma rasteira.

Em áreas muito aglomeradas o jogo sugere que você evite a luta, mas, quando você cai numa área infestada de zumbis, acertar as pernas podres dos inimigos é a melhor saída. Ao golpeá-los eles caem, dando tempo para fugir ou detoná-los caso ache melhor.

A luta em Dying Light também traz outros elementos. Além da arma convencional (que perde força da mesma forma que em Dead Island, mas não com a mesma velocidade), o personagem pode arremessar facas. Elas aparecem no inventário em número limitado e não são tão fortes, mas oferecem um fator estratégico (some um barril explosivo, uma faca e um grupo de zumbis e o resultado é previsível).

Reaproveitando ideias

A produtora Techland trabalhou em Dead Island, então era de se esperar que algumas ideias fossem reaproveitadas. Da série, você encontra em Dying Light o chute (bom para afastar os zumbis) e até mesmo criaturas que aparentavam estar mortas e decidem “voltar à vida” assim que sentem algo próximo.

Outra característica vista aqui são os sobreviventes que pedem ajuda, liberando missões paralelas e ampliando ainda mais o tempo de jogo (como queria ver o máximo possível do game e do cenário, evidentemente não parei para ajudar ninguém).

É cedo para dizer se Dying Light ocupará lugar de destaque na lista do jogos com zumbis, mas ao menos a demo deu uma prova de que, no fim das contas, ele tem de tudo para não ser classificado como “mais do mesmo”.

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