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Psicólogo diz que culpar games violentos por massacres é racismo

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É muito comum depois de atentados brutais e massacres a culpa recair sobre a violência nos games. Pessoas inexplicavelmente saem atentando contra a vida dos demais, como o recente caso ocorrido na Noruega. Quando chegou a público que Anders Breivik, o atirador norueguês, usou World of Warcraft e Call of Duty para planejar os ataques, era certo que mais uma polêmica envolveria o mundo dos jogos.

O psicólogo clínico Christopher Ferguson, especialista em violência nos video games da Texas A&M International University, afirmou que a interação com as mídias jogáveis não é a causa para esses atos brutais. Segundo o psicólogo, é até uma certa forma de racismo associar os jogos aos crimes.

Ferguson disse ao site Forbes que cerca de 95% dos jovens do sexo masculino joga ou jogou títulos violentos nos consoles. Esse dado se torna uma armadilha quando algum homicídio mais impactante ocorre, envolvendo jovens rapazes.

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