Resident Evil: Umbrella Corps se passa depois de RE6; entenda a história

Resident Evil: Umbrella Corps se passa depois de RE6; entenda a história

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A baixa receptividade dos trailers de Resident Evil: Umbrella Corps parece não ter abalado os produtores do game Masachika Kawata e James Vance. Em entrevista ao Gamespot, eles revelaram novos detalhes do título e falaram com animação sobre onde ele se encaixa na franquia.

Para começar, a escolha por adotar um estilo de tiro veio "porque ele [o estilo] é mais popular no Ocidente". Para não deixar os jogadores japoneses de lado, a dupla aposta nos elementos originais do jogo, além dos ambientes claustrofóbicos e das batalhas de curta distância, pouco presentes nos títulos regionais.

Os dois ainda comentaram que os zumbis são elementos-surpresa no jogo, já que inicialmente estão repelidos pelos jogadores, mas respondem se forem atacados ou se o item Zombie Jammer foi destruído.

É a Umbrella, mas não é "a" Umbrella.

Porém, a principal revelação é a de que o jogo faz parte do canon da série, situado após os eventos de Resident Evil 6. "É quase de uma forma irônica que usamos o título Umbrella Corps. Se você conhece a trama de Resident Evil, a Umbrella não existe mais nesse universo, foi destruída. Há definitivamente um tipo de pano de fundo que forma a base da premissa do jogo", diz Kawata, mais confundindo do que explicando.

Os tais mercenários que os jogadores controlam são de corporações que desejam se tornar "a nova Umbrella" e se aproveitar de tecnologias, amostras e outros elementos deixados pela empresa. Os mapas são lugares que sofreram ataques biológicos, tendo "fortes ganchos" com a série. Entretanto, não haverá uma história linear ou um modo campanha.

É paintball, mas sem tinta. E com zumbis.

Kawata diz que o objetivo é fazer você se juntar rapidamente a outros jogadores e partir para a diversão, sem precisar ficar esperando em um lobby para 20 atletas. Já Vance compara o game e algumas novidades (como a cobertura analógica) a um "paintball sem tinta", o que seria mais ou menos o que conhecemos por aqui como airsoft. Entendeu? Pois é.

Os personagens terão mais ou menos o mesmo "esqueleto" de habilidades e a possibilidade de usar duas armas, um tipo de granada e a arma branca padrão, mas será possível personalizar cada equipamento. DLCs pagos ou microtransações estão fora de cogitação. "Queremos que as pessoas tenham o jogo como algo fácil de resolver. Um título tranquilo de pegar e comprar que você pode ir e se divertir diretamente sem ter que se preocupar muito com isso".

O jogo sairá para PS4 e PC no início de 2016.

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