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Roteirista de Far Cry 3 diz que jogadores não perceberam metáforas no roteiro do game

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Se você é uma das pessoas que criticaram o estereótipo de vários povos e personagens nas ilhas colonizadas de Far Cry 3, então o problema é que você não entendeu o roteiro. Ao menos é essa a resposta de Jeffrey Yohalem, o roteirista do game, que explicou esse ponto de vista em uma entrevista.

Segundo o escritor, a “natureza tribal” de várias culturas do jogo é, na verdade, uma crítica à indústria dos video games, que sempre retrata povos estrangeiros como colonos e submissos. Entendeu?

Colonizador contra colonizado

Yohalem ainda dá exemplos: você controla Jason, um rapaz de 25 anos que veio de Los Angeles, uma metrópole, e o rapaz tem essa visão de mundo deturpada e superficial. Logo, como é o ponto de vista dele que vemos no jogo, a população da ilha do Pacífico retratadas em Far Cry 3 é tida como atrasada e estereotipada.

O roteirista cita que franquias como Assassin’s Creed e Grand Theft Auto também são “jogos de colonização”, em que você chega a uma nova cidade e, metaforicamente, passa a colonizá-la. Segundo ele, em Far Cry 3 o que vemos é uma alegoria crítica dessa colonização, para que esse ponto de vista não seja mais usado nos roteiros de games – mesmo que os jogadores não tenham percebido isso.

Fonte: PC Games N

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