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Saiba como nasceram os infectados de The Last of Us

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Não é porque The Last of Us foi adiado para junho que você ficará sem saber a quantas anda um dos jogos mais aguardados do ano. Tanto que a Naughty Dog trouxe um vídeo inédito do game para ter certeza de que as expectativas em torno do título permaneçam lá em cima.

Desta vez, o foco do estúdio não está em Joel ou Ellie, mas nas criaturas infectadas que farão da vida da dupla um inferno, mostrando desde as inspirações que ajudaram a criar o conceito até mesmo o modo como elas foram concebidas artisticamente. Tanto que a velha história de que a ideia surgiu de um documentário da BBC sobre um fungo que atacava formigas voltou à pauta.

No entanto, apesar de a proposta ter nascido da suposição de um ataque a humanos e suas consequências, o diretor de áudio do título, Phillip Kovats, explica que a Naughty Dog sempre teve muito clara a noção de que eles não eram zumbis, mas outro tipo de ameaça. Tanto que ele afirma que o verdadeiro mal de The Last of Us não são as pessoas, mas o fungo.

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E apesar de não estarmos falando de mortos-vivos, o diretor Bruce Straley se aproveita de uma ideia apresentada na série The Walking Dead para explicar a essência de seu jogo: que tipo de decisões as pessoas fazem diante desse tipo de pressão? Pelo que foi visto nos trailers liberados até aqui, parece que não foram as melhores.

Criando o visual

Para criar o visual característico dos infectados, a Naughty Dog passou por vários processos. Como Nel Druckmann, diretor-criativo, explica, os primeiros conceitos de The Last of Us traziam monstros que pareciam aliens, degenerações humanas e até mesmo zumbis — ou seja, nada que se encaixava na proposta apresentada.

É por isso que os artistas decidiram partir para algo mais original, focando em doenças reais e na aparência de grandes culturas de fungos, chegando a um resultado um tanto quanto exagerado e repugnante — e perfeito para o que eles precisavam.

Fonte: Sony

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