Voxel
31
Compartilhamentos

Semana TCG: o que estamos jogando (09/12/2013)

Último Vídeo

Nova segunda-feira no mundo dos games e chega a hora de apresentarmos o quadro "O que estamos jogando". Talvez você pense que seja impossível que os títulos prestigiados por nós mudem a cada semana, mas acredite: a equipe BJ é muito grande e nós simplesmente adoramos jogos eletrônicos.

Sem mais delongas, confira o que estamos jogando. Lembramos que aqui constam apenas os games que MAIS estamos jogando, embora possamos estar experimentando outros títulos simultaneamente. Além disso, aparecem neste quadro somente alguns dos integrantes da equipe BJ:

Depois de algumas guerras com o Origin, enfim consegui instalar Battlefield 4 no PC e me divertir nas batalhas preparadas pela DICE. E devo confessar: estou gostando bastante do multiplayer. 

Ainda é cedo para dizer se já tenho um mapa favorito, pois não acumulei muitas horas de jogo. Porém, vi que eles estão bem variados tanto no tamanho quanto na ambientação, o que ajuda a explorar táticas diferentes contra os adversários e até encontrar combinações para usar em conjunto com o pelotão.

Falta checar a campanha principal para ver se a produtora conseguiu evoluir o trabalho feito no game anterior (que não tinha uma história muito boa). Os trailers que vi anteriormente empolgaram; espero ser correspondido à altura quando estiver no campo de batalha.

Aproveitando que GRID 2 está gratuito na PSN Plus, fui conferir o game da Codemasters, lançado na metade deste ano. Embora não seja nenhum primor e tenha uns menus sem graça, que tornam a espera pelas corridas um tédio, na hora de pisar fundo ele se torna divertido. O modo World Series Racing é o grande destaque e permite que o jogador evolua à medida que "aprende" a correr nos diversos circuitos que o jogo oferece. Para quem é fã do gênero, vale baixar e conferir, mas sem muitas expectativas. 

Bastante semelhante à Terraria em sua proposta, Starbound é um game de exploração bidimensional no qual você atua como um explorador espacial. Com a missão de descobrir informações sobre diversos cantos de um planeta desconhecido, cabe a você explorar ambientes e coletar recursos que se transformam em uma grande variedade de itens e acessórios. 

O que diferencia o game em relação a outras opções do gênero é justamente seu lado mais futurista. Graças a isso, os desenvolvedores podem oferecer equipamentos que não necessariamente precisam corresponder à realidade, o que implica maneiras de interagir mais rapidamente com o ambiente, algo que se reflete em uma evolução mais rápida do protagonista escolhido.

Ok, eu sei que esse jogo não é realmente novidade, afinal já tem quase quatro anos de idade. Mas eu finalmente comprei um PS3 para jogar os exclusivos da Sony que eu tinha vontade — e esse é um deles. Desde que o vi pela primeira vez, a proposta de Heavy Rain de misturar filme, simulação e ação em um game me conquistou.

Quando comecei o jogo, estava tentando entender qual era o real significado dele. Porém, quando as investigações e as cenas de ação em busca do "assassino do origami" começaram, fiquei realmente empolgado. Tudo é muito bonito e a história é bastante cativante. Se você tem um PS3 e nunca o jogou, deveria experimentar.

Simplesmente um dos games mais bacanas de 2013 para se jogar cooperativamente. Tentar controlar a dupla ibb e obb sozinho é um tanto chato, mas é ótimo brincar com os dois personagens com um amigo a seu lado. Você precisa usar a cabeça para superar os obstáculos e evitar mortes desnecessárias. Diversão de forma simples, prática e barata (o game está de graça na PS Plus desde novembro).

Na verdade, acabo de terminar essa obra-prima. Sim, obra-prima! Não sei o que dizer. O jogo me fez ter vontade de chorar em três momentos pelo menos. Acho que entendo quando o David Cage bate na mesma tecla do "drama interativo"; a emoção no jogo é semelhante àquela que temos com filmes tocantes.

Beyond: Two Souls é tocante porque mexe, sem medo algum, com vários temas que são tabus. Principalmente a questão de vida/morte, espiritismo, mundo material/além. O jogo é bem forte em vários momentos, pesado, denso. Gera a reflexão. 

Ao terminar, observei todos os outros games da minha prateleira e parece que tudo perdeu a graça, fiquei sem vontade de jogar nada, parece que é tudo igual. É estranho. Foi uma experiência inigualável que ainda estou digerindo.

A oportunidade de conhecer melhor Rinoa e Squall surgiu há pouco tempo com a entrada de Final Fantasy VIII no Steam. Até então sabia pouco com relação à história e o universo do jogo, restrito a relembrar somente Cloud e Zidane pela franquia no PSOne. Por mais que Squall tenha me parecido extremamente indiferente e frio, os demais personagens têm um carisma especial – um dos temperos que sempre procurei na série.

Não sei nada do que está pela frente, e talvez siga lentamente minha exploração com tantos jogos para se jogar – também sou daqueles jogadores chatos que ficam horas e mais horas evoluindo os personagens até enfrentar os maiores desafios. Mas o que vale é continuar prosseguindo, porque segundo os boatos da redação eu posso me surpreender com a história.

Depois de uma grande gambiarra no Black Friday, finalmente decidi navegar nos mares da nova geração com Assassin’s Creed IV: Black Flag. E, apesar de ter jogado a versão para PS3, admito que estou gostando bem mais do game no PS4. O visual está incrível e é muito divertido navegar pelos mares do Caribe. Tanto que estou há algumas dezenas de horas apenas explorando as ilhas e coletando cada coisa que aparece na minha frente. 

No entanto, apesar disso, minha opinião sobre AC4 não mudou. Continuo achando um ótimo título, mas ainda longe de ser um Assassin’s Creed de peso. Estou me divertindo muito mais vendo-o como um jogo de piratas do que uma sequência da série — e aproveitando muito mais assim.

E você, o que está jogando neste momento?

Você sabia que o Voxel está no Facebook, Instagram e Twitter? Siga-nos por lá.