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Semana TCG: o que estamos jogando (14/04/2014)

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Nova segunda-feira no mundo dos games e chega a hora de apresentarmos o quadro "O que estamos jogando". Talvez você pense que seja impossível que os títulos prestigiados por nós mudem a cada semana, mas acredite: a equipe BJ é muito grande e nós simplesmente adoramos jogos eletrônicos.

Sem mais delongas, confira o que estamos jogando. Lembramos que aqui constam apenas alguns dos games que estamos testando, embora possamos estar experimentando outros títulos simultaneamente. Além disso, aparecem neste quadro somente alguns dos integrantes da equipe BJ. Vamos lá?

Gabriel Soto Bello - Dark Souls 2

Eu sei que vocês já sabem, mas ainda estou hipnotizado com o maravilhoso Dark Souls 2. Desta vez, estou indo com bastante calma, explorando absolutamente tudo do game e ajudando muita gente (Praise the Sun!).

Estou com pouco mais de 50 horas e sei que ainda não cheguei nem na metade do game. Como era o jogo que mais esperava, estou aproveitando cada minuto e, com certeza, tá valendo muito a pena! Semana que vem volto pra comentar mais da minha jornada.

Guilherme Dias - Dust: An Elysian Tail

Aproveitando para tirar o atraso na área dos arcades, comprei há pouco tempo o indie Dust: An Elysian Tail. Meio RPG, meio hack’n slash, meio calabresa, Dust conta a história de um guerreiro sem memória e sua relação com uma poderosa espada falante. O protagonista está em busca de respostas sobre seu passado e, enquanto peregrina, vai conhecendo várias pessoas e enfrenta diversos monstros no caminho, assim como pede a estrutura de um RPG padrão.

A parte de dublagem, tal como o texto, soa meio boba, quase infantil — o que não melhora com a caracterização dos personagens como animais antropomórficos à la furry. No entanto, trata-se de um título de propriedades estéticas soberbas. Toda a sua ambientação cenográfica é incrível, cheio de partículas, iluminação contrastante e cores vivas.

Da mesma forma, enche os olhos ver a movimentação dos personagens, sobretudo o próprio Dust, que conta com uma animação muito fluída, principalmente durante o combate. Ainda não completei a campanha — e tem muito chão pela frente—, mas, pelo tipo de progressão que venho percebendo, acredito que algumas boas surpresas aparecerão até o final.

Douglas Vieira - Dungeons & Dragons: Neverwinter

Consegui avançar um pouco mais em alguns jogos nos quais estou me divertindo há algum tempo, mas o destaque da última semana vai para Neverwinter: Dungeons & Dragons. O motivo? Enfim alcancei o nível máximo no jogo (que no momento é 60)!

Confesso que só havia conseguido esse feito anteriormente em Ragnarök Online (que, à época, exigia bem mais tempo e empenho para tal), e tinha me esquecido da felicidade que o acompanha quando isso acontece. Porém, o mais engraçado é que ainda há coisas para fazer no jogo. Muitas.

Agora é hora de seguir para uma campanha mais longa, habilitada apenas para aqueles que alcançaram nível 60. Avançar por ela significa estender um pouco mais a jornada ao lado do seu personagem e, de quebra, conseguir alguns equipamentos que melhoram bastante o desempenho do seu guerreiro – o que me faz pensar que, sem dúvidas, batalhas difíceis estão por vir. Bem, seja como for, já estou pronto para elas.

Paulo Guilherme - Luftrausers

Para um jogo que parecia ser um shoot’em up dos mais simples, fui pego de surpresa com a qualidade de Luftrausers. Uma vez que não há muito a ser dito no quesito dos gráficos ou do som (embora estes sejam sim pontos ótimos do título), sobra a maravilhosa jogabilidade do game, que certamente deve deixar você preso por algumas horas nas partidas.

O fato aqui é que Luftrausers consegue reinventar o jeito que atualmente jogamos o gênero dos “jogos de navinha”, com controles que ainda se mantêm simples e são igualmente eficientes. Juntando isso ao sistema de peças de nave, que mudam completamente sua estratégia de jogo, me vi completamente absorto nele, tentando encontrar o melhor estilo para mim.

Bruno Micali - inFamous: Second Son

Na verdade, terminei o jogo no domingo. E que jogo! A Sucker Punch acertou a mão e provou que sabe trabalhar com diferentes gerações mantendo o exímio e o grau de esmero, pois Second Son usa e abusa dos recursos do PS4. E a diversão não se restringe ao gameplay não: a história está bem escrita e com guinadas interessantes na segunda metade.

Sem falar no protagonista. Delsin Rowe é infinitamente mais carismático que Cole MacGrath. A reação que Rowe tem perante seu irmão burocrático e as pessoas ao seu redor é sempre engraçada, e a forma como isso se encaixa no mundo de jogo é bem natural. Agora que zerei como bonzinho, quero fazer um vilão nervoso. Eis aí o melhor exclusivo do PS4 até o momento.

Felipe Gugelmin - Final Fantasy XIV: A Realm Reborn

Inocente, acreditei que poderia usar minhas férias durante o mês de março para colocar em dia alguns jogos acumulados. No entanto, a maior parte de meu tempo livre foi dominada por um único título: Final Fantasy XIV: A Real Reborn — mesmo após ter terminado a história principal e obtido o nível 50, ainda estou longe de ver tudo o que Eorzea tem a oferecer.

O que mais me chama a atenção é que esse é um MMO que pode ser aproveitado tanto em intervalos curtos quanto durante horas seguidas, sendo divertido em ambas as situações. Caso queira me encontrar por lá, mande um whisper para o personagem “Bayard Cahernault” do servidor Mateus.

Maximilian Rox - BioShock Infinite: Burial at Sea - Episode 2

Ken Levine é sensacional. Não bastava terminar BioShock Infinite de uma maneira genial: o diretor ligou todas as pontas entre Rapture e Columbia de uma maneira única e simplesmente fantástica. Também não bastava ser igual aos anteriores: precisávamos entrar na pele de Elizabeth e descobrir as vulnerabilidades de uma personagem tão marcante e inesquecível.

Quanto mais prosseguia pela história, mais sentia em minha cabeça um enorme quebra-cabeça se completando - algo digno dos melhores enredos que já presenciei na literatura, no cinema e nos video games. Missão cumprida por Levine e sua equipe.

E você, o que está jogando neste momento?

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