Voxel
39
Compartilhamentos

Semana TCG: o que estamos jogando (01/04/2013)

Último Vídeo

Img_normal

Nova segunda-feira no mundo dos games e mais uma vez chega a hora de apresentarmos o quadro "O que estamos jogando". Talvez você pense que seja impossível que os títulos prestigiados por nós mudem a cada semana, mas acredite: a equipe BJ é muito grande, e nós simplesmente adoramos jogos eletrônicos.

Sem mais delongas, confira o que estamos jogando. Lembramos que aqui constam apenas os games que MAIS estamos jogando, embora possamos estar experimentando outros títulos simultaneamente. Além disso, aparecem neste quadro somente alguns dos integrantes da equipe BJ:

Não há como descrever essa obra-prima da Irrational Games sem citar o ponto-chave do jogo: direção de arte. Ela é absurda, colossal. O jogo começa um pouco lento, filosofal e, na medida em que a história prossegue, ele não para de ficar cada vez mais estonteante.

É daqueles jogos que te prendem, faz esquecer que o jogo tem apenas campanha single player e nada de multiplayer — tamanha imersão e boa inteligência artificial do jogo. Você vai ficar horas e horas explorando o cenário em busca de dinheiro e novos itens e tentando decifrar a trama.

Não zerei o jogo ainda e dizem as más línguas que o final é arrebatador. Mas esse BioShock eu quero saborear, ir devagar, explorar cada ambiente e ficar maravilhado com o mundo steampunk mais memorável que eu já joguei.

Só peguei esse jogo porque a PSN disponibilizou gratuitamente aos assinantes da Plus. E me arrependi por não ter jogado antes. O tom pastelão da capa dá a impressão de ser outro derivado de Call of Duty, Medal of Honor e afins. Mordi a língua: o que estou vendo até agora é um roteiro pra lá de intrínseco. A "linha" mencionada no título nada mais é do que o limite psicológico que um guerrilheiro enfrenta entre a lealdade e a brutalidade dos códigos de guerra. Tudo muito bem amarrado. A ação é genérica? Sim, mas todo o resto compensa. Teria pago por ele tranquilamente. Tá valendo cada segundo investido.

O quarto grande título da franquia da EA está demais. Gráficos de cair o queixo, mapas espetaculares que comportam até 128 pessoas e armas de todos os tipos. Agora há pouco eu exterminei dois inimigos com meu arco e flecha, arremessei meu machado em um terceiro infeliz e, por fim, saquei minha Magnum e fuzilei mais 37 soldados. Pena que hoje é 1º de abril.

Até agora, confesso que estou ficando com cada vez mais pena de nossa valente heroína, que está apanhando feito uma condenada. No mais, o jogo desenvolve muito bem e fiquei muito feliz de tê-lo comprado. Espero que o final seja surpreendente, assim como os antigos games da exploradora eram. Falando nisso, ela está mais bela do que nunca. Vale a pena conferir!

Depois de rejogar toda a campanha de Wings of Liberty (para refrescar a memória), estou explorando com mais cuidado a campanha de Sarah Kerrigan em Heart of the Swarm. Assim como aconteceu na primeira parte de StarCraft 2, estou impressionado pela capacidade da Blizzard em criar cenários que transformam a experiência padrão do gênero RTS.

Não só cada fase obriga você a pensar de maneira diferente, como é estimulante tentar seguir os objetivos secundários que aparecem nelas. Com isso, não foram raras as vezes que me senti tentando a rejogar algum cenário simplesmente para usar unidades de maneira diferente ou tentar explorar algum canto do mapa que passou em branco.

Aproveitei o feriado de Páscoa para encarar BioShock Infinite. Gostei muito dos dois primeiros games da série, e com esse jogo não foi diferente. A história e a jogabilidade são tão bem desenvolvidos que eu não consegui desgrudar os olhos da tela até ver o último nome dos créditos finais. Jogo mais do que recomendado para qualquer um que goste de uma boa história.

Depois de alguns dias sem poder tirá-lo da embalagem, aproveitei o feriado para passear pela misteriosa ilha de Yamatai ao lado da nova Lara Croft no incrível Tomb Raider. O jogo conseguiu renovar a série de diferentes maneiras, trazendo uma história empolgante, cenas de ação de tirar o fôlego e uma jogabilidade incrivelmente divertida.

Mas o que mais impressiona é que o game fica longe da sombra de Uncharted, assumindo identidade própria. Tudo graças ao ótimo trabalho da Crystal Dynamics, que conseguiu humanizar Lara Croft ao mostrar a evolução da menina frágil em uma sobrevivente.

E você, o que está jogando neste momento?

Você sabia que o Voxel está no Facebook, Instagram e Twitter? Siga-nos por lá.