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Semana TCG: o que estamos jogando (02/12/2013)

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Nova segunda-feira no mundo dos games e chega a hora de apresentarmos o quadro "O que estamos jogando". Talvez você pense que seja impossível que os títulos prestigiados por nós mudem a cada semana, mas acredite: a equipe BJ é muito grande e nós simplesmente adoramos jogos eletrônicos.

Sem mais delongas, confira o que estamos jogando. Lembramos que aqui constam apenas os games que MAIS estamos jogando, embora possamos estar experimentando outros títulos simultaneamente. Além disso, aparecem neste quadro somente alguns dos integrantes da equipe BJ:

Resolvi dar uma chance a essa franquia pelo respeito que tenho pela Capcom e porque meu gosto por temáticas futuristas falou mais alto. O fato é que a experiência, talvez pela baixa expectativa, tem sido bastante agradável. Comprei Remember Me numa promoção recente da PSN.

E acho que esse é um dos segredos para controlar o hype em torno de um determinado game: ficar "desinformado" sobre ele. Assim, no momento da jogatina, as impressões são únicas e costumam surpreender. Não que Remember Me seja um marco, mas suas mecânicas são consistentes, a ambientação à la "O Quinto Elemento" é bem ousada e a história é uma bela sessão da tarde. Nada que mude sua vida, mas certamente é um gostinho que pode ser experimentado numa boa.

No último final de semana tive um ataque de nostalgia e embarquei novamente na aventura de Cloud e companhia. O jogo é um dos melhores RPGs de todos os tempos e, mesmo depois de ter zerado a história dezenas de vezes, eu ainda encontro novidades cada vez que jogo. Eu aproveitei que estou jogando a versão para PC e instalei diversas modificações de efeitos especiais, texturas e sons, deixando o jogo com cara de next-gen. Altamente recomendado para os fãs da série.

Depois de mergulhar a fundo nas análises dos novos consoles, eu precisava de algo mais "simples" para minha vida. E é por isso que me rendi à expectativa e mergulhei na nova aventura de Link. E, meu Deus, que jogo lindo.

O game é uma belíssima homenagem a A Link to the Past, trazendo várias situações e locais que remetem ao clássico, mas sem soar repetitivo em momento algum. Ele se aproveita dessa nostalgia para introduzir elementos únicos, seja em termos de história quanto de jogabilidade. Tudo isso sem contar que seu final é um dos melhores de toda a série.

Haviam me comentado que este jogo era surpreendente e fiquei interessado no quanto ele realmente poderia me deixar refletindo — afinal, depois de Bioshock Infinite poucos jogos realmente me deixaram de queixo caído. Aproveitando as promoções da Steam, comprei o game e segui por uma das aventuras de Stanley, e depois outra, e outra; e já eram duas e meia da manhã.

The Stanley Parable surpreende pelos seus finais e brincadeiras de narrativa, mas também critica os hábitos, os costumes, os sonhos e a sociedade. O jogo ainda explora conceitos do nosso dia a dia, como a rotina no trabalho, os objetivos profissionais e até mesmo o fato de se jogar um video game, todos vistos com uma boa pitada de simbolismo e sátira. Um jogo realmente surpreendente e simples. Recomendado.

Meu último final de semana foi regado a sonecas, seriados e boas horas de um jogo a la "Inception" ("A Origem"). Em Game Dev Tycoon, o objetivo é desenvolver sua própria companhia de games e consoles. É um título bastante simples, mas o tempo voa quando você está empenhado em criar os melhores jogos eletrônicos do mercado.

Cheguei até mesmo a "fechar" o game — no caso, chegar a 35 anos de empresa e finalizar a pontuação, mas há a opção de continuar jogando depois — e, sem querer, pegar todos os Achievements (Conquistas). Apesar de contar com alguns problemas de interface e de "praticidade" dos comandos, Game Dev Tycoon é um ótimo passatempo.

Vez ou outra bate a saudade dos jogos mais antigos, e quando isso acontece o melhor a fazer é tirar o bom e velho Super Nintendo da caixa e se divertir com algum game clássico. Dessa vez, o escolhido para as aventuras foi Breath of Fire.

Essa não é a primeira vez que me aventuro no game: no passado, tive a capacidade de comprar o jogo em japonês (ainda tenho a cópia, mas continuo sem entender nada do idioma) apenas pela diversão de passar pelas batalhas e ver o final. Agora, com a versão americana em mãos, é hora de entender os motivos que levaram Ryu a abandonar sua vila e desbravar o mundo do game.

Já estou bem adiantado na jornada, e agora algumas coisas fazem mais sentido. Aliás, acho divertido reparar como, em uma época com poucos recursos, as empresas conseguiam produzir jogos tão bons e que não se desgastam tanto com o passar dos anos. Vida longa a esses títulos!

Quando joguei Super Mario 3D Land no meu 3DS cerca de dois anos atrás, fiquei maravilhado com a criatividade das fases, as músicas e tudo que o jogo oferecia em um simples portátil. Sendo assim, quando anunciaram 3D World, imaginei que ele seria "praticamente" igual. Grande engano.

A Nintendo tem o poder de reinventar o que já existia e surpreender com elementos e mecânicas novas em cada um de seus jogos. Isso não poderia ser diferente em 3D World. A cada fase o jogo supera as minhas expectativas. E as músicas continuam sensacionais. Eu simplesmente não consigo parar de jogar.

E você, o que está jogando neste momento?

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