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Semana TCG: o que estamos jogando (04/02/2013)

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É calor, é verão e é quase Carnaval, o que significa que é tempo de ficar em casa jogando video game pelo maior tempo possível. Afinal, com as aulas prestes a começar e as férias se aproximando de seu fim, temos de aproveitar cada momento de nosso dia para conferir todos os lançamentos e demais jogos que deixamos para trás. E com a equipe do TecMundo Games não é diferente.

E é exatamente para que você saiba de que formas aproveitamos nossos momentos de folga que apresentamos mais uma edição do “O que Estamos Jogando”, o quadro semanal que traz uma rápida descrição de nossas impressões sobre determinados títulos. E se algum desses jogos ainda tiver um modo multiplayer interessante, não deixe de nos convidar para uma partida!

Só lembrando que aqui constam apenas aqueles que mais exigiram nossa dedicação, embora possamos estar experimentando outros títulos simultaneamente. Além disso, aparecem neste quadro somente alguns dos integrantes da equipe BJ:

Venho esperando por este jogo desde meados de 2009, quando o jogo foi anunciado para Nintendo DS. E por mais que a versão para portátil nunca tenha vindo para terras ocidentais, a edição para PlayStation 3 foi além e conseguiu trazer uma experiência muito superior daquela que eu esperava.

O jogo se destaca por suas diversas qualidades, seja por seu visual incrivelmente bonito e encantador — digno dos estúdios Ghibli — quanto pela história cativante e seu sistema de combate envolvente. Já risquei todas as futuras compras dos próximos meses apenas para me dedicar a essa obra-prima.

Ah, se arrependimento matasse. Durante a E3 2012, quando tive a chance de testar a demo deste game, critiquei ele por parecer um ponto comum, algo "que não merecia destaque". Que engano. Hoje, depois de ter colocado mais de 20 horas nele, posso dizer que é um dos melhores jogos de ação e mundo aberto que pude experimentar.

O sistema de combate evolui, há conteúdo por todos os cantos da cidade e o diálogo tem muitos momentos que fazem você se envolver com a trama. Wei Mother****ing Shen é o rei das ruas. Que venha a continuação!

  • Allan Valin – MediEvil

Depois de ver os gameplays de Resident Evil, RE2 e RE3 no ‘Jogatina BJ’, fiquei nostálgico e decidi procurar meus jogos de PSX. Encontrei MediEvil e lembrei de sempre tê-lo achado muito difícil e, por isso, nunca consegui zerar. Joguei por quatro horas e alcancei a fase da qual nunca havia passado jogando por meses na infância. O game é ótimo e tem uma jogabilidade decente, mas finalmente entender as falas e superar as antigas dificuldades foi o melhor.

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Com medo de a já saudosa THQ resolver puxar a tomada dos servidores do game, e ainda querendo platinar o danado, voltei ao jogo exagerado da WWE. Para os fãs de wrestling, o título é o mais próximo de uma experiência arcade que tivemos na geração atual, com personagens comicamente gigantes, golpes absurdos e oponentes que chegam a quicar ao receber uma bordoada. Agora só falta um troféu para platinar.

Quando a Square Enix relançou Final Fantasy VII para PC no ano passado eu resolvi adquirir novamente o game em sua versão digital para matar a saudade do melhor RPG que eu já conheci na vida. O game é fenomenal e qualquer elogio que eu faça à trama de Cloud e companhia vai ser pouco perto da qualidade do título.

Porém, a versão relançada para PC não possui nada de novo em relação ao port lançado em 1998. A conversão de baixa qualidade fica evidente, principalmente nas músicas que perdem muito em relação à versão original do título, lançado para PlayStation. Infelizmente a empresa perdeu uma ótima chance de corrigir os enganos da primeira conversão e pelo menos oferecer um port com a mesma qualidade do original.

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