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Semana TCG: o que estamos jogando (04/03/2013)

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Nova segunda-feira no mundo dos games e mais uma vez chega a hora de apresentarmos o quadro "O que estamos jogando". Talvez você pense que seja impossível que os títulos prestigiados por nós mudem a cada semana, mas acredite: a equipe BJ é muito grande, e nós simplesmente adoramos jogos eletrônicos.

Sem mais delongas, confira o que estamos jogando. Lembramos que aqui constam apenas os games que MAIS estamos jogando, embora possamos estar experimentando outros títulos simultaneamente. Além disso, aparecem neste quadro somente alguns dos integrantes da equipe BJ:

Quando achava que já tinha visto tudo o que Dragon’s Dogma tinha para me oferecer, fui pego de surpresa: o que imaginava ser o final do game era apenas a metade da aventura. Agora, com o mundo completamente alterado pela derrota de Grigori, é hora de gastar mais uma centena de horas explorando tudo de novo.

Como fã do mod original, posso dizer que a Valve fez um ótimo trabalho até agora com DotA 2. Apesar de eu ainda estar "me batendo" com o novo visual (principalmente com a interface remodelada), consegui perceber que o forte potencial do MOBA foi mantido e, para a felicidade dos fãs, melhorado. Ainda preciso embarcar em mais batalhas para saber se a nova versão do aclamado mod de Warcraft 3 será realmente satisfatória.

Depois de um tempo longe dos jogos de tiro, decidi dar uma chance para o último título da série Ghost Recon. O resultado é uma experiência competente, mas que é prejudicada por um nível de dificuldade baixo demais devido a algumas decisões precipitadas de design. Embora as mecânicas de stealth do jogo funcionem bem, o desempenho da inteligência artificial de seus companheiros de equipe faz com que muitas vezes o jogador se sinta desnecessário. 

Isso porque é fácil abusar do sistema que permite marcar alvos para seus companheiros, que nunca erram um tiro sequer. Felizmente, é possível abdicar dessa mecânica para tornar os combates mais emocionantes, mesmo que isso vá um pouco contra a ideia do título de fazer com que o jogador se sinta um verdadeiro fantasma percorrendo um campo de batalha.

Sempre fiquei tentado a conhecer a franquia Ys por conta dos trailers dos jogos anunciados para PSP, mas, como o meu portátil morreu antes da hora, acabei desistindo. Felizmente, comprei o episódio Origin no Steam, e posso dizer que estou surpreso com a qualidade do game. Ignorem gráficos e aparências, pois a magia vem dos controles.

O game parece ter sido construído em torno da jogabilidade. Dentro de poucos segundos, quem gosta de pancadaria vai descobrir que já está viciado. Os golpes são ágeis, as habilidades evoluem e há sempre uma forma de testar o seu progresso... Com chefes enormes. Há ainda um toque de exploração, com um estilo Metroidvania de apresentar os cenários, mas sempre em 3D e com mais linearidade.

Fã fiel desde Red e Blue, espero ansiosamente que a série dê um salto com a chegada dos próximos títulos X e Y para 3DS. Não é que a versão White 2 seja ruim, mas ela já dá indícios que a mecânica de jogo (já saturada) se transformou em um caça-níquel para fazer dinheiro.

Já é certo que a Game Freak não vai mudar a fórmula de Pokémon e nós sempre soubemos disso, contudo o uso de animações em 3D e mais possibilidades online ajudariam a dar um novo ar à franquia.

Pokémon White 2 é um bom jogo, indicado para aqueles que acompanharam a história do primeiro, porém não vai suprir a expectativa de quem ansia por novidades.

E você, o que está jogando neste momento?

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