Voxel

Semana TCG: o que estamos jogando (05/08/2013)

Último Vídeo

Img_normal

Nova segunda-feira no mundo dos games e chega a hora de apresentarmos o quadro "O que estamos jogando". Talvez você pense que seja impossível que os títulos prestigiados por nós mudem a cada semana, mas acredite: a equipe BJ é muito grande, e nós simplesmente adoramos jogos eletrônicos.

Sem mais delongas, confira o que estamos jogando. Lembramos que aqui constam apenas os games que MAIS estamos jogando, embora possamos estar experimentando outros títulos simultaneamente. Além disso, aparecem neste quadro somente alguns dos integrantes da equipe BJ:

Já sabia que esse game seria ótimo, mas depois de jogá-lo posso confirmar: o novo Dante não deve em nada ao velho. Seja no simples conceito do universo e seu belíssimo Limbo à jogabilidade absurdamente fluida, com a possibilidade de trocar de armas no meio de combos e armas com poderes únicos, DmC superou, ao meu ver, seus antecessores em quase todos os aspectos. Agora é partir para as dificuldades maiores e para o DLC, que também promete.

?

Na hype da atualização para este mês – que vai trazer a mesma versão dos arcades japoneses (AC+R) – tirei o fim de semana para fazer bons combos e ouvir um rock como somente o mestre Daisuke sabe fazer. É um fighting game que junta uma jogabilidade única, personagens bem caracterizados e um som de ótima qualidade. A empolgação vem só com o simples fato de escutar a trilha sonora. Infelizmente, no Brasil a cena para os jogos da Arc System Works nunca foi de grande destaque, mas ficam minha lembrança e total hype na espera do AC+R e o Xrd SING.

Estou jogando o Resident Evil: Revelations e estou gostando bastante. Logo no começo é possível perceber que a pegada do jogo é mais terror e menos ação. Isso porque de cara você fica com pouca munição e precisa racionar.

Outra recurso ótimo do jogo é a Genesis, que analisa monstros e também o ambiente para você encontrar itens de saúde e munição pelas fases. Elogio também os controles simplificados deste ótimo game.

Como não poderia deixar de ser, estou jogando mais um game para Android. Esse me faz viajar ao passado, quando eu era viciado em Super Nintendo e tive, no Prince of Persia, um dos meus games favoritos. Na verdade, essa predileção continua até hoje – e esse remake finalmente trouxe um Prince no estilo plataforma que faz jus ao passado.

O título conta com gráficos excelentes, uma jogabilidade extremamente amigável e partidas sensacionais. Ainda que eu seja contra as micro transações dentro dos games, devo dizer que até isso ficou bom nesse game. A Ubisoft conseguiu acertar a mão dessa vez.

Essa retomada dos jogos de aventura point-and-click faz a alegria de quem cresceu jogando os clássicos da LucasArts, como Grim Fandango e Full Throttle. Machinarium traz cenários muito bem desenhados, desafios de quebrar a cabeça e um androide que não fala uma palavra durante toda a trama, mas é mais simpático do que muito protagonista por aí. É uma pena que, por ser tão curto, já não deve estar em minha lista de "o que estamos jogando" da semana que vem.

?

É surpreendente penar que Dust: An Elysian Tale é o trabalho de somente um único desenvolvedor. Apostando no estilo “Metroidvania”, o game é uma jornada por um mundo habitado por animais antropomórficos no qual acontece uma guerra contra criaturas de sangue frio.

Você assume o papel de Dust, um guerreiro sem memória que, não por coincidência, porta uma espada mágica capaz de mudar o destino do mundo. Apesar de ter seus defeitos, o jogo é bastante divertido e está conseguindo me prender em frente ao PC durante um tempo considerável.

Especialmente para os fãs de longa data da franquia da Square Enix, Theatrdgsdgophsdfgsdgqasdgko Final Fantasy (que nome difícil de escrever!) é um grande conjunto de memórias. O jogo rítmico apresenta algumas das melhores músicas que fizeram parte das trilhas sonoras do primeiro ao décimo terceiro título da série.

Além da escolha sensacional das faixas que compõem a trilha do game, a jogabilidade também não deixa nada a desejar. Com três tipos diferentes de estágio – adaptados de acordo com o estilo de cada música – o game consegue unir a melodia com desafios especiais capazes de fazer até os mais habilidosos suarem, especialmente nas dificuldades mais avançadas.

Por conta disso, mesmo tendo terminado o modo história do game logo no seu primeiro, ainda estou acumulando horas enquanto vou atrás dos desafios restantes (que não são poucos) enquanto me divirto com as músicas de alguns dos meus jogos favoritos.

Sabe aquele seu amigo que quer ser o engraçadão a turma a ponto de se tornar irritante e insuportável, falando apenas sobre escatologia e sexo? Isso é Deadpool: The Game. O jogo até tem umas boas ideias, como o uso da metalinguagem para criar momentos engraçados, mas se perde em diversos pontos. Ele tenta forçar um humor que se torna cansativo em pouquíssimo tempo e você não aguente mais ouvir a voz do personagem.

Ele também fracassa na jogabilidade. Por mais que ele tente criar uma mecânica que mistura Hack ‘n’ Slash e Shooter, nenhum deles funciona dentro do sistema de combate repetitivo e pouco inspirado. No fim das contas, Deadpool é um jogo incrivelmente genérico e pouco interessante voltado exatamente para aquele amigo insuportável que quer ser engraçadão: as duas desgraças se merecem.

E você, o que está jogando neste momento?

Você sabia que o Voxel está no Facebook, Instagram e Twitter? Siga-nos por lá.