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Semana TCG: o que estamos jogando (06/05/2013)

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Nova segunda-feira no mundo dos games e mais uma vez chega a hora de apresentarmos o quadro "O que estamos jogando". Talvez você pense que seja impossível que os títulos prestigiados por nós mudem a cada semana, mas acredite: a equipe BJ é muito grande, e nós simplesmente adoramos jogos eletrônicos.

Sem mais delongas, confira o que estamos jogando. Lembramos que aqui constam apenas os games que MAIS estamos jogando, embora possamos estar experimentando outros títulos simultaneamente. Além disso, aparecem neste quadro somente alguns dos integrantes da equipe BJ:

Depois de jogar Knife of Dunwall, decidi voltar à aventura-base de Dishonored para, dessa vez, explorar a fundo todos os detalhes do jogo. Embora tentar jogar de forma não letal se mostre algo demorado, é bastante satisfatória a sensação de poder que isso provoca no jogador — eliminar todos os inimigos de uma sala sem ser notado compensa toda a observação e espera necessárias para fazer isso. 

Jogar de forma mais calma também permitiu que eu explorasse pontos da história que passaram batidos em um primeiro momento. Além disso, procurar todos os itens secretos do jogo ajuda a dar um grau maior de dificuldade à experiência, que pode se mostrar até mesmo banal quando se apela somente para armas de fogo e ataques diretos.

Estou voltando no tempo a cada passo que dou em Far Cry 3: Blood Dragon. A trilha sonora, as milhares de referências a jogos e filmes do passado, a ação frenética que retém o melhor do game original e ainda traz novidades. E, acima de tudo, a metralhadora giratória, a arma que mais impõe respeito em qualquer game. Vale para os saudosistas e para quem gosta de títulos que apresentam algo a mais do que apenas ação desenfreada e assassinatos ininterruptos.

Foi com muita desconfiança que comprei o jogo: o título anterior do estúdio, Mortal Kombat, é sensacional, mas a engine faz com que você enjoe rápido. Aqui, isso não acontece. Ótimos personagens, um modo de história tão divertido quanto as batalhas e quase todas as vozes em português de desenhos animados da DC Comics (sim, isso realmente importa!) me deixam cada vez mais animado ao jogar — e olha que ainda nem testei o modo online.

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Deixei o primeiro Darksiders passar batido quando foi lançado. Quando o segundo chegou ao mercado, resolvi experimentar e gostei muito do estilo do jogo. Agora, resolvi jogar o primeiro e estou até me sentindo culpado por ter deixado um jogo tão interessante de lado por tanto tempo.

A experiência que mistura exploração, puzzles e muita pancadaria rende muitas horas de diversão para qualquer um que seja fã de um bom jogo de aventura como God of War e Zelda. Espero que a Nordic Games, que acabou de adquirir a franquia, dê continuidade à série sem tirar a sua essência.

Depois de uma demonstração um tanto fria, o pequeno título está surpreendendo em termos de história interessante e de uma jogabilidade que vai ficando cada melhor — de acordo com o tempo que você passa treinando. Quem estava ansioso para colocar as mãos em um novo game para Vita, parece que chegou a hora!

E você, o que está jogando neste momento?

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