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Semana TCG: o que estamos jogando (13/05/2013)

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Nova segunda-feira no mundo dos games e mais uma vez chega a hora de apresentarmos o quadro "O que estamos jogando". Talvez você pense que seja impossível que os títulos prestigiados por nós mudem a cada semana, mas acredite: a equipe BJ é muito grande, e nós simplesmente adoramos jogos eletrônicos.

Sem mais delongas, confira o que estamos jogando. Lembramos que aqui constam apenas os games que MAIS estamos jogando, embora possamos estar experimentando outros títulos simultaneamente. Além disso, aparecem neste quadro somente alguns dos integrantes da equipe BJ:

Castlevania é um jogo que dispensa elogios. Quando decidi jogar Castlevania: Lords of Shadow - Mirror of Fate para o Nintendo 3DS eu já sabia que tipo de experiência encontrar. Um game que traz gráficos e uma mecânica moderna , mas volta com a jogabilidade tradicional em duas dimensões é o sonho de qualquer fã da série, como eu. Ainda estou apenas no começo da aventura, mas o que eu vi até agora, me agradou.

Como pude ignorar esse jogo por tanto tempo? Decidi aproveitar alguns trocados que sobraram na minha conta na PSN e fiz uma das minha melhores aquisições de 2013. Mesmo 15 anos depois de seu lançamento, sua jogabilidade ainda continua fluida e nem parece que foi desenvolvida há duas gerações. Além disso, a trama é incrível, profunda e complexa como há muito tempo não via em um jogo. 

Trata-se de um jogo que merecia um remake ou um simples relançamento em HD, já que todas as questões e mecânicas permanecem atuais. E já que não há previsão para isso ou para um especial Parasite Eve no BJ, estou fazendo minha própria maratona de Aya Brea e aproveitando cada segundo.

Demorou algum tempo para que eu finalmente jogasse Demon’s Souls, e não foi preciso mais do que alguns minutos para que me arrependesse do adiamento. Há muito tempo eu não me sentia realmente “submergindo” em um jogo. Trata-se de uma mistura absolutamente requintada de desafio, estética e enredo.

Impossível não encarar com seriedade o drama de Boletaria, já que cada passo, cada decisão e cada deslize leva, invariavelmente, a resultados definitivos — a maior parte deles bastante funesta. Aqui, você, o grande herói, é apenas “mais um”, e o jogo não se faz de rogado, mostrando e reforçando isso a todo o momento.

É o game oficial do desenho "Hora de Aventura", preciso falar mais alguma coisa? Definir um estilo para ele é muito fácil, já que fica claro que o jogo se inspira em títulos antigos de plataforma dos consoles mais antigos, como Mega Drive e Super Nintendo.

Ele é simplesmente perfeito para quem assiste e curte o desenho, porque a quantidade de referências é enorme. Todos os personagens e fatos que ocorreram em episódios (até mais ou menos a segunda temporada) marcam presença no título. Divertidíssimo, ele está disponível para o DS também.

Dando sequência à minha jornada pela franquia de survival horror da Capcom, estou quase fechando RE 4, o qual adquiri numa promoção que rolou aos assinantes da Plus recentemente. Aquele mercador é algo de outro mundo. Ele me fez refletir sobre o quão carentes estamos desse tipo de diferencial nos menus de upgrades atuais, todos praticamente automatizados. O mercador de RE 4 traz aquele semblante soturno, do tipo "não fale com estranhos", sendo que eles, como todos sabemos, às vezes são os mais confiáveis.

Como os eventos de Resident Evil: Revelations se passam entre o 4 e o 5, estou quase terminando meu aquecimento. Não joguei o game para 3DS do começo ao fim. Quero apagar as luzes para sentir os calafrios em HD mesmo.

  • Gustavo Bonato Abrão - Level Up!: Um Guia para o Design de Grandes Jogos (Scott Rogers)

Bem, não estou exatamente jogando, mas sim lendo um livro muito interessante para quem deseja seguir a carreira no mundo dos games ou simplesmente saber melhor como é a vida de um designer de jogos — que é o meu caso.

Disponível nas maiores livrarias com um preço a partir de R$ 100, o livro mostra as diferenças entre todos os profissionais envolvidos na produção de um jogo e ensina o futuro profissional como escapar de armadilhas comuns do design, contendo mais de 400 desenhos ilustrados para explicar seus conceitos.

Li cerca de 20% do livro e estou totalmente satisfeito até o momento, a leitura é bem leve e fácil de ser absorvida, até mesmo para quem não almeja trabalhar na área.

E você, o que está jogando neste momento?

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