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Semana TCG: o que estamos jogando (14/01/2013)

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Agora não tem mais desculpa: o ano já começou de verdade e não há mais como prolongar qualquer tipo de folga de Natal, Réveillon ou Dia de Reis. No entanto, mesmo com o trabalho voltando com força total, ainda arranjamos tempo para jogar um pouco de video game.

E é por isso que trazemos mais uma edição do quadro “O que estamos jogando”, mostrando para você quais os títulos que não saem de nossos consoles e em quais partidas online você pode nos encontrar. Só lembrando que aqui constam apenas aqueles que mais exigiram nossa dedicação, embora possamos estar experimentando outros títulos simultaneamente. Além disso, aparecem neste quadro somente alguns dos integrantes da equipe BJ:

Apesar de eu não ser o maior fã do mundo de FPS, toda a ambientação da ilha de Far Cry 3, assim como a vivacidade de seus personagens (em especial, o maníaco Vaas) me convenceram a dar uma chance ao game. Sem nenhum arrependimento, tenho gastado as minhas noites escalando torres de rádio, liberando postos de guarda piratas, esfolando animais e, quando sobra tempo, procurando os amigos “almofadinhas” do protagonista.

Mesmo já tendo terminado o game, habilitado todas as redes de rádio e liberado todos os outposts, ainda continuo me aventurando pela ilha paradisíaca de Far Cry 3. Seja caçando relíquias, cartas ocultas ou simplesmente pirando por lá, continuo me surpreendendo com esse que, sem dúvida nenhuma, é o grande game de 2012. É uma pena que a arquitetura online seja tão bugada, senão, eu estaria bem mais próximo da tão desejada platina do game...

Entre uma jogada ou outra de Terraria, Super Meat Boy tem sido meu principal passatempo. Esqueça a música, os gráficos ou a história: a jogabilidade do game é impressionante devido à sua enorme precisão, se mostrando o único fator que impede você de ser morto incontáveis vezes por uma resposta tardia ao seu comando – cada uma dessas incontáveis mortes é culpa de sua própria falta de habilidade.

A saga de Corvo Attano em busca de vingança e justiça é muito interessante, prendendo bastante a atenção desde os primeiros momentos de jogo. Dishonored, inicialmente, pode até parecer com um “Skyrim dentro de uma grande cidade”, mas logo ele se mostra muito mais que isso. Por mais que o título queira que você vá mais pelo lado da ação stealth, o sistema de combate dele é muito eficiente, deixando o game emocionante.

Uma curiosa combinação da perspectiva lateral de R-Type com os chefes de games no estilo bullet hell. Sine Mora usa mecanismos inteligentes de combate - como a desaceleração temporal - e surpreende em alguns momentos, sempre focado na ótima jogabilidade. Modos de treino são bem-vindos para quem deseja os melhores rankings.

A narrativa exige atenção dos jogadores, por ser apresentada na forma de curtos diálogos e muito texto entre cada estágio. Mas vale a pena fazer um esforço para acompanhar. Os saltos entre diferentes tempos e grupos abre um mundo de possibilidades... E ao fim, cabe a você imaginar como o universo de Sine Mora prosseguirá.

Depois de muito me enrolar para começar a jogar, finalmente embarquei nesta viagem de Suda51. E se eu achava que Lollipop Chainsaw era algo um elogio à insanidade, “Sombras do Danado” consegue ser muito mais louco e incrivelmente divertido. Viajar pelos diferentes pontos do inferno equipado com sua arma-demônio é apenas um detalhe em meio a tantas referências, piadas de humor negro e conteúdo politicamente incorreto. Tudo isso embalado a uma ótima trilha sonora e uma jogabilidade simples e viciante.

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