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Semana TCG: o que estamos jogando (17/06/2013)

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Segunda-feira pós-E3 no mundo dos games e chega a hora de apresentarmos o quadro "O que estamos jogando". Talvez você pense que seja impossível que os títulos prestigiados por nós mudem a cada semana, mas acredite: a equipe BJ é muito grande, e nós simplesmente adoramos jogos eletrônicos.

Sem mais delongas, confira o que estamos jogando. Lembramos que aqui constam apenas os games que MAIS estamos jogando, embora possamos estar experimentando outros títulos simultaneamente. Além disso, aparecem neste quadro somente alguns dos integrantes da equipe BJ:

Achei que BioShock: Infinite ia ser difícil de ser batido em questão de narrativa, ainda bem que eu me enganei. Os dois jogos têm muito em comum nesse lado: nos fazer se importar com os personagens coadjuvantes. Aliás, duas mulheres marcantes para sempre no mundo dos games. 

É claro que ambos são de gêneros diferentes e a comparação é injusta, mas acredito que a Naughty Dog conseguiu criar um padrão (benchmark) em questão de jogabilidade a ser seguido: o gerenciamento de itens e a escassez de recursos. Feito este que Bioshock não conseguiu, uma vez que ele não inovou os shooters.

O uso da mochila está mais real do que nunca, ela pode comportar apenas uma quantidade limitada de itens e para trocar de arma que não tem coldre o personagem precisa se abaixar, abrir a mochila e finalmente realizar a mudança. Tudo, claro, em tempo real — sem "pause". Ou seja, fazer isso em meio ao tiroteio ou durante um ataque dos infectados requer engenhosidade.

O jogo não é fácil e em muitos momentos requer o uso de sua massa cinzenta: de nada adianta sair dando pipoco em todo mundo que a munição acaba, tampouco tentar abrir caminho apenas no stealth, isso pode ser demasiadamente tortuoso. Você tem que aprender a avaliar as situações e saber quando é hora de agir furtivamente e quando o galo tem que cantar mais alto.

Méritos também para a dublagem brasileira, definitivamente a melhor que já vi em um jogo de video game até o momento. Estou com 50% de jogo concluído (totalizando 5 horas de jogo) e me sentindo recompensado a cada segundo. Não tem como escapar da morte, mas a gente reaprende a jogar um survival horror de verdade, como há bons anos não tínhamos no mercado.

No meu modo de ver, a musicalidade é um componente essencial para minha imersão num game. Não sei se é porque sou vidrado em trilhas sonoras ou apaixonado por percussão, mas o fato é que Sound Shapes está sendo uma experiência muito acima das expectativas.

E essa é a palavra certa para definir o jogo: experiência. O gênero é um clássico plataforma em progressão lateral sem muitas dificuldades. Cada item coletado ao longo das fases traz uma batida que se mescla aos perigos dela. Todas essas batidas constroem a trilha sonora e ditam o ritmo da fase - cuja dificuldade é muito branda, aliás.

É um game que prima pela criatividade e minimalismo de seus detalhes. Uma bela experiência a músicos, entusiastas ou apreciadores de um trabalho artístico bastante "artesanal". De quebra é divertidíssimo.

No meio de tanta correria na E3, consegui um tempinho para comprar um jogo para mim. O escolhido foi o Luigi's Mansion 2, do Nintendo 3DS. A sequência com o irmão secundário do Mario realmente impressiona pela quantidade de detalhes não em gráficos, mas em animações dos personagens e cenários.

O jogo está bem divertido (ao menos até onde cheguei). Gráficos bonitos, 3D bem utilizado e jogabilidade que não decepciona nem um pouco.

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Quando todos esperavam ansiosos pelo game, eu só o achava interessante. Quando as primeiras análises foram ao ar, eu comecei a ficar impressionado, ainda que receoso. Quando o TecMundo Games deu 10 para o jogo, eu comecei a leva-lo em consideração. 12 horas depois, título fechado e posso falar sem medo que The Last of Us merece todas as notas 10 que recebeu.

A jogabilidade, a história, os personagens, é tudo tão bem feito que me deixou encantado. Se Red Dead Redemption é o título que definiu essa geração de consoles para mim, The Last of Us é o game que não só conseguiu se igualar à aventura de John Marston, mas também serve para fechar com chave de ouro os grandes lançamentos de PS3.

Não tenho dúvidas de que este game mereceu a nota 100 que o Demartini deu em nossa análise. Fora os controles difíceis de se acostumar, The Last of Us é perfeito em todos os aspectos, oferecendo momentos dos mais variados e muitos desafios.

É uma pena que meu maior desafio começa antes do jogo: por algum motivo, meu PS3 tem problemas na hora de ler qualquer disco do The Last of Us. Chego a passar mais de dez minutos tentando fazê-lo funcionar – mas acredite, o esforço vale a pena.

E você, o que está jogando neste momento?

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