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Semana TCG: o que estamos jogando (19/08/2013)

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Nova segunda-feira no mundo dos games e chega a hora de apresentarmos o quadro "O que estamos jogando". Talvez você pense que seja impossível que os títulos prestigiados por nós mudem a cada semana, mas acredite: a equipe BJ é muito grande e nós simplesmente adoramos jogos eletrônicos.

Sem mais delongas, confira o que estamos jogando. Lembramos que aqui constam apenas os games que MAIS estamos jogando, embora possamos estar experimentando outros títulos simultaneamente. Além disso, aparecem neste quadro somente alguns dos integrantes da equipe BJ:

"DuckTales. Uh uh... Somos caçadores de aventuras!"

Ainda no mês passado, aproveitei a pré-venda (com um desconto legal) de DuckTales na PlayStation Store. Essa semana, o game finalmente foi liberado e claro que aproveitei o sábado e o domingo para me aventurar com o Tio Patinhas em diversos cenários recheados de perigos.

Além de despertar diversas lembranças da animação que marcou minha infância, o game me propiciou muita diversão com os personagens clássicos que eu conheci nos gibis — e que fazia tempo que não via em lugar algum. Apesar de não ter muitas novidades, a remasterização do clássico ficou muito boa e com certeza é a pedida perfeita para adultos e crianças!

Sabe aqueles joguinhos de plataforma para Android e iOS em que você é um personagem que corre automaticamente e só precisa pular para escapar de inimigos e não cair em abismos? Este título aqui, que está gratuito para assinantes da PlayStation Plus, funciona exatamente assim – e é muito simples, apesar do título enrolado.

Os gráficos coloridos e o ritmo frenético das fases divertem no começo, mas você joga 10 ou 20 níveis e já quer trocar para algo mais hardcore para o PS3, já que games assim existem aos montes para tablet e smartphone. É um bom passatempo descompromissado, mas nada mais do que isso.

Passei meio batido por Dark Souls quando ele foi lançado. Logo eu, que sempre fui muito fã do gênero. Depois de tanto ouvir falar do jogo por aqui, resolvi me aventurar. Como já era de se esperar, a dificuldade brutal não perdoou meus erros e rendeu bons momentos de fúria (e até alguns rage quits). Com o tempo, o jogo fica cada vez mais envolvente — e mais difícil —, e não tem como parar de jogar. 


Dark Souls é um game espetacular, recomendado para todos que gostam de um bom jogo de ação no qual o que importa não é pressionar os botões mais rápido, mas sim calcular todos os movimentos com precisão.

Acredito que a maioria de nós esteja revivendo esse marco do NES, disponibilizado em todas as redes na última terça-feira. É diversão pura para sair um pouco dessa onda de shooters, sangue, tripas esvoaçantes e tudo mais. A parceria entre Capcom e WayForward resultou num trabalho magnífico aos olhos, pois toda a arte de DuckTales Remastered foi pincelada e depois digitalizada.

Só não dá para dizer que essa diversão é muito descompromissada, porque, meus caros, eu vos falo: que jogo difícil. Se há um aspecto de maior fidelidade com relação ao incontestável jogo do NES é a dificuldade. Hesite um pouco e você precisa recomeçar a fase. Perca o timing do pulo e sua bengalada será um atestado de óbito. Se você for corajoso o suficiente para zerar no Hard, há um modo "Extreme" liberado após sua nobre jogatina. Insanidade e diversão andam de mãos dadas aqui!

O título é absolutamente incrível e eu não acredito que eu deixei essa maravilha de lado quando ela foi lançada ainda no finalzinho do ano passado. Bem, as minhas impressões até agora são incríveis e só posso dizer que Far Cry 3 é um dos melhores jogos que eu vi ultimamente. Vamos ver se eu consigo avançar na história principal no decorrer desta semana, já que eu só estou explorando a ilha, passeando de asa-delta e matando animais selvagens.

Na última semana, decidi aventurar-me pelas ruas de Fairhaven no PlayStation 3. Apesar de ser possível reconhecer a inferioridade dos gráficos em relação à versão do PC (utilizada para a análise do jogo aqui no TecMundo Games), no console tive uma vantagem que não encontraria em outra plataforma: o Autolog.

Assim, além de bater os dez carros mais procurados da cidade, eu também tive como estímulo as pontuações dos meus amigos (incluindo o insano do Felipe Demartini, que parece nunca ter deixado de correr).


?O único ponto negativo que encontrei no game, no entanto, foi a falta de um modo multiplayer local. As corridas de Most Wanted são algumas das mais emocionantes que a série ofereceu nos últimos tempos e é uma pena não poder mais compartilhá-las com um amigo ao seu lado da mesma maneira como antigamente.

E você, o que está jogando neste momento?

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