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Semana TCG: o que estamos jogando (19/11/2012)

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Segunda-feira pós-feriado no mundo dos games, e chegou a vez de apresentarmos o quadro "O que estamos jogando". Talvez você pense que seja impossível que os títulos prestigiados por nós mudem a cada semana, mas acredite: a equipe BJ é muito grande, e nós simplesmente adoramos jogos eletrônicos.

Sem mais delongas, confira o que estamos jogando. Lembramos que aqui constam apenas os games que MAIS estamos jogando, embora possamos estar experimentando outros títulos simultaneamente. Além disso, aparecem neste quadro somente alguns dos integrantes da equipe BJ:

Embora tivesse sido paciente o suficiente (por muito pouco) para conseguir 100% em todos os Assassin's Creed lançados antes deste, não pude deixar de começar AC3 com o temor de não encontrar nenhuma melhoria significante no game.

Por sorte, as melhorias não poderiam ser mais bem-vindas. Se taxas de quadros maiores no PS3 e Desmond finalmente entrando em ação são ótimas novidades, nada se compara à jogabilidade simplificada para o Free-run.

O primeiro capítulo da saga do policial Max Payne ainda consegue ser divertido e desafiador até os dias de hoje. Apesar dos seus gráficos e controles defasados, o game ainda consegue capturar a atenção do jogador, graças ao seu clima noir e aos diálogos dos personagens. Tenho jogado com a dublagem em português, o que dá um toque todo especial à jogatina. Como não se divertir ao ouvir um capanga gritando “É o Max!”?

Depois de finalmente ter conseguido platinar Assassin’s Creed 3, chegou a hora de conferir a história de Aveline em Liberation. E depois de vermos toda a grandiosidade da saga de Connor, é impossível não notar como a aventura do Vita é limitada em vários aspectos. Embora eu não tenha explorado Nova Orleans mais do que algumas horas, a experiência fica bem abaixo do que Boston e Nova Iorque ofereceram. 

No entanto, isso não significa que o jogo é ruim. O sistema de Personas é bem interessante e consegue criar situações bem diferentes para a personagem. Além disso, ter uma protagonista feminina e filha de uma escrava também trouxe ao jogo uma abordagem bem diferente daquilo que estava acostumado — o que me deixou com mais vontade de conhecer sua história.

Confesso que não jogava a série há pelo menos dois anos, já que estava meio desanimado com o elemento de repetição que parecia ser incessante, com os mesmos temas das séries anteriores sendo lançados para o The Sims 3. Entretanto, curioso, fui atrás da nova expansão que traz estações do ano. Para a minha surpresa, ela é bem inovadora e dá bastante vida para as vizinhanças do jogo. Destaque para os festivais e datas comemorativas, que mudam de acordo com a estação — tem até crianças pedindo doces na porta, no Dia das Bruxas. Recomendaria facilmente como a melhor expansão do The Sims 3 até agora.

Joguei The Elder Scrolls V: Skyrim logo no lançamento, no final do ano passado. Agora, para comemorar o aniversário do título, entrei de cabeça no primeiro DLC do game. Dawnguard coloca os vampiros como personagens principais da aventura e posso dizer que a Bethesda fez um trabalho excelente com essa expansão, acrescentando muito ao jogo, que já deve ter me prendido por quase 300 horas.

Passada a febre de Resident Evil 6, estou de volta às pistas digitais de F1 2012. E, agora sim, aproveitando de verdade o game e pegando mais familiaridade com o novo estilo de controle. Apesar de adorar a campanha completa, o modo Season Challenge continua sendo o meu preferido, permitindo uma mudança mais dinâmica de equipes e uma variedade melhor na jogabilidade. Mais do que nunca, quero me dar um volante de Natal...

E você, o que está jogando neste momento?

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