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Semana TCG: o que estamos jogando (21/01/2013)

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Férias são sinônimo de muito tempo livre e jogos o dia todo, não é mesmo? Embora o pessoal do TecMundo Games não tenha parado de trabalhar, ainda arranjamos tempo para aproveitar um pouco dos últimos lançamentos e daquilo que deixamos para trás.

E é para deixar você por dentro daquilo que está roubando nosso tempo que trazemos mais uma edição do “O que Estamos Jogando”, o resumo semanal dos nossos ladrões de produtividade. Por isso, se você também está jogando algum desses títulos, não deixe de nos adicionar para jogarmos alguma partida online;

Só lembrando que aqui constam apenas aqueles que mais exigiram nossa dedicação, embora possamos estar experimentando outros títulos simultaneamente. Além disso, aparecem neste quadro somente alguns dos integrantes da equipe BJ:

Aproveitando a pausa entre o excelente DmC: Devil May Cry e o lançamento de Ni no Kuni, fui conferir um pouco do primeiro Darksiders, que está de graça para os assinantes da PlayStation Plus. E apesar de todos os elogios que ouvi sobre o jogo, ele não conseguiu me chamar a atenção. Por mais que sua história tenha um potencial muito bom, ele se resume a um Hack ‘n’ Slash pouco criativo que não empolga e serve mais como passatempo do que como algo que realmente me divertiu. Talvez melhore no futuro, mas o game não me cativou a ponto de chegar até lá.


Aproveitando que comprei uma TV 3D, resolvi arrasar nas pistas de Gran Turismo 5. O jogo que já era muito divertido, agora me proporciona uma experiência única e me incentiva a ir mais fundo na carreira de piloto. Confesso que sinto falta de um volante próprio para o game, mas, por ora, vou me divertir muito com os tantos desafios do jogo.

Eu juro que nunca vou entender o que se passa na mente dos criadores de jogos como Super Meat Boy e The Binding of Isaac, mas quero que eles continuem. O teor bizarro da combinação de sangue com os personagens caricatos já é motivo suficiente para você conferir o game, mas a qualidade deles se estende muito além disso.

No caso de The Binding of Isaac, a jogabilidade simples, baseada na inércia, e a aleatoriedade dos cenários - combinada a uma imensidão de itens e possibilidades - parece me sugar sempre que sento em frente ao PC. Já são mais de 30 horas de jogo, sempre com uma surpresa pelo caminho. Parece brincadeira, mas nem Borderlands 2 conseguiu conquistar a minha atenção. O jeito vai ser continuar nos porões até que não restem mais segredos. Aí sim parto para o próximo game.

Lançado recentemente na área PS2 Classics da PSN, Siren é um dos jogos de terror mais interessantes dos últimos anos. Apostando no clima de horror japonês, que é facilmente reconhecido por quem viu filmes japoneses como “O Chamado” e “O Grito”, o game consegue envolver o jogador com a atmosfera pesada, os demônios assustadores e um clima de sobrevivência sem recursos para se defender, algo pouco visto em títulos mais recentes.

Finalmente consegui comprar meu Wii U. É lógico que o primeiro jogo a ser comprado e jogado seria o New Super Mario. No começo fiquei com o pé atrás porque o game não é nem de longe uma novidade, pois já teve várias versões para DS, 3DS e Wii. Mas, como sou fã do encanador, dei uma chance. Estou achando o jogo ótimo em diversos sentidos. Logo de cara é possível reparar que ele tem diversos elementos de Super Mario World e Super Mario Bros. 3. Mas, na minha opinião, são pequenas surpresas contidas nas fases e chefes bem mais criativos que salvaram o título de ser um clone dos antecessores. O jogo não é nenhuma obra-prima, mas é bem divertido.

Caramba! Como Terraria é grande! Nunca imaginei que mesmo após 120 horas de jogo mal teria conseguido arranhar a superfície do game. Há itens demais para serem feitos, tesouros para todos os lados a serem coletados e recompensas constantes. A diversão, porém, começou mesmo ao jogar com outras pessoas: com um bom trabalho de equipe, explorar as cavernas do mapa se torna muito mais fácil.

Sempre gostei muito de games no estilo Hack ‘n’ Slash e, logicamente, da série Devil May Cry. Quando vi que a Capcom estava planejando reescrever a série com o novo game, fiquei um pouco desconfiado, mas esperei. A hora em que finalmente coloquei as mãos no jogo eu fiquei feliz ao perceber que o game manteve a sua mecânica com combos alucinantes e rápidos, ao mesmo tempo em que conseguiu inovar em diversos aspectos. DmC – Devil May Cry é mais do que recomendado para quem curte games de ação.

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