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Semana TCG: o que estamos jogando (25/02/2013)

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Nova segunda-feira neste no mundo dos games e mais uma vez chega a vez de apresentarmos o quadro "O que estamos jogando". Talvez você pense que seja impossível que os títulos prestigiados por nós mudem a cada semana, mas acredite: a equipe BJ é muito grande, e nós simplesmente adoramos jogos eletrônicos.

Sem mais delongas, confira o que estamos jogando. Lembramos que aqui constam apenas os games que MAIS estamos jogando, embora possamos estar experimentando outros títulos simultaneamente. Além disso, aparecem neste quadro somente alguns dos integrantes da equipe BJ:

O novo título da franquia é praticamente a colisão do universo de Metal Gear com o de Devil May Cry. A ação é tão incessante que você é tomado por horas de jogo e nem percebe, pois deseja ver o desenrolar da história.

Se de um lado você tem a trilha sonora, cenas de transição extensas e diálogos complexos da série Metal Gear; do outro, há as batalhas frenéticas com muitos combos, notas e troca de pontos por poderes como praxe em DmC.

E tudo isso não pode ser considerado perda de identidade, pois foi misturado o que cada franquia tem de melhor. O mestre Kojima foi muito feliz na escolha da Platinum Games para desenvolver este "spin-off", que certamente tem potencial para uma continuação.

  • Ricardo Fadel  - Loom

Mais uma brilhante obra da LucasArts... E especialmente desafiador no modo mais difícil. A nostalgia tomou conta quando voltei a jogar o clássico Loom pelo Steam através do ótimo — e barato — LucasArts Adventure Pack. Não me arrependi nem um pouco, visto que tanto a história quanto a atmosfera geral do game são excelentes. Recomendo para quem não se importa em se deparar com gráficos e interface do começo da década de 90. 

Mesmo depois de mais de 60 horas, não me canso de Ni no Kuni. E depois de me embasbacar com o design fantástico da Ghibli e me encantar pela história, chegou a hora de eu me apaixonar pelo sistema de batalhas. Por mais que a inteligência artificial de seus aliados não ajude muito, a mecânica geral dos combates mostra que o jogo é o Pokémon que a Nintendo não teve coragem de fazer.

A estrutura é basicamente a mesma daquela que a “Big N” fez com seus monstrinhos: capturar, evoluir e ensinar novos golpes. E isso funciona tão bem dentro do mundo 3D que é impossível você não sonhar em ver a fórmula sendo aplicada no universo dos monstrinhos de bolso no Wii U.

Ni No Kuni é uma obra de arte que merece ser conferida por dezenas e dezenas de horas — sem se arrepender de nada.

Já esperava que esse game fosse ser bom, e ele realmente cumpriu minhas expectativas, com uma ótima jogabilidade, gráficos impressionanes, uma história densa e tudo que a Platinum e Kojima sabem fazer de melhor. Mas falando sério: precisavam colocar meia hora de novas conversas no Codec a cada dez passos que Raiden dá? Sei que isso é parte da série, mas é uma quebra de ritmo tremenda em um título focado em ação.

E você, o que está jogando neste momento?

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