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Semana TCG: o que estamos jogando (25/11/2013)

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Nova segunda-feira no mundo dos games e chega a hora de apresentarmos o quadro "O que estamos jogando". Talvez você pense que seja impossível que os títulos prestigiados por nós mudem a cada semana, mas acredite: a equipe BJ é muito grande e nós simplesmente adoramos jogos eletrônicos.

Sem mais delongas, confira o que estamos jogando. Lembramos que aqui constam apenas os games que MAIS estamos jogando, embora possamos estar experimentando outros títulos simultaneamente. Além disso, aparecem neste quadro somente alguns dos integrantes da equipe BJ:

Finalmente pude jogar a campanha single player do novo capítulo da franquia Call of Duty até o final, constatando que a Activision pode ter gastado tudo o que podia da fórmula apresentada em Modern Warfare.

Os momentos supostamente épicos não parecem tão legais quanto antes e, mesmo apresentando uma nova trama, a história não consegue empolgar tanto quanto poderia. Com o final da campanha, ficou a esperança de que o futuro traga mudanças para a franquia.

Uma vez que estava quase perdendo as esperanças com a série Mario Party, devo dizer que Mario Party: Island Tour foi uma agradável surpresa. Depois de tantos anos com títulos cada vez mais decepcionantes, parece que a Nintendo fez a escolha certa em lançar o game para o 3DS, no lugar de trazer o jogo para os consoles.

Mas o que há de tão interessante em Island Tour para me fazer esquecer os últimos fiascos da série? Se quiser saber, leia a nossa análise do BJ sobre o game.

Ainda estou no início da história de Edward Kenway, mas já estou me divertindo bastante com Black Flag. Um dos maiores responsáveis por isso é o novo protagonista – uma adição bastante interessante à série por ser, inicialmente, mais pirata do que membro da Ordem dos Assassinos.

Navegar a bordo do Jackdaw pelos mares do Caribe também é sensacional. A mecânica marítima introduzida no título anterior foi a minha parte preferida daquele jogo. Desse modo, não é surpreendente que eu tenha ficado animado em vê-la tão bem aproveitada em Black Flag. Por fim, também gostei de como o jogo mantém vivos os mistérios relacionados Àqueles Que Vieram Antes mesmo após o final da saga de Desmond.

Apesar de ter comprado meu PS4, meu final de semana inteiro foi engolido pelo divertidíssimo mundo de Super Mario 3D World. A Nintendo não decepcionou e, em meu humilde lar, conseguiu chamar mais a atenção do que o console de nova geração da Sony. O design das fases é fantástico, a trilha sonora é incrível e as diferenças em cada um dos personagens faz com que tudo fique ainda mais variado.

E boa parte dessa mágica está na parte multiplayer do jogo. Chamei minha namorada para jogar comigo e era impossível conter as risadas com as várias situações caóticas que encontramos em cada fase. Um jogo lindo, divertido e viciante. Essa é a Nintendo que eu conheço.

Particularmente, eu gostei bastante de Final Fantasy XIII, tanto pelo sistema de batalha quanto pelo universo distinto dos demais jogos que levam a franquia da Square Enix. Agora, na espera por Lightning Returns, resolvi enfrentar mais um pouco as viagens pelo tempo e espaço do segundo episódio da série, tendo de caminhar com cuidado para não me perder por tantos distúrbios temporais que a história sofre. Sinto falta, no entanto, de uma aventura recheada de personalidade como a do primeiro jogo.

Pela viagem ser restrita à Noel e Serah, o enredo não tem um tempero emocional constante – limitando a preocupação do jogador com o destino do mundo e dos dois viajantes. Mas espero que, no fim, a história me surpreenda e me deixe mais ansioso pelo destino de Lightning, Snow, Vanille e Fang.

Realmente me encantei com FIFA 14 na nova geração de video games, no entanto ainda consigo me divertir (e muito) com um título de dois anos atrás no PlayStation 3. Passei horas e mais horas jogando FIFA 12 com meu irmão no último domingo, tanto competitivamente quanto em cooperação contra a máquina no modo Legendary.

Um dos pontos altos da jogatina foi a gravação de dois bugs absurdamente bizarros. Num deles, meu irmão conseguiu efetuar um carrinho "invisível" num jogador prestes a cobrar um arremesso lateral. O resultado: movimentos grotescos do corpo do atleta e um bug resultando na impossibilidade de cobrar o arremesso. Fiz de tudo e não consegui fazer o game voltar ao normal, o que me levou a reiniciar a partida.

No outro "inseto", o juiz apitou uma falta em Lionel Messi e a câmera do game até mesmo focou o atleta gemendo no chão, mas eu consegui controlar outro jogador do Barcelona, chutar e fazer um gol de fora da área. O gol foi validado, porém a câmera de comemoração focou apenas Messi, estirado no gramado. Vai entender...

E você, o que está jogando neste momento?

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