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Semana TCG: o que estamos jogando (27/05/2013)

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Nova segunda-feira no mundo dos games e mais uma vez chega a hora de apresentarmos o quadro "O que estamos jogando". Talvez você pense que seja impossível que os títulos prestigiados por nós mudem a cada semana, mas acredite: a equipe BJ é muito grande, e nós simplesmente adoramos jogos eletrônicos.

Sem mais delongas, confira o que estamos jogando. Lembramos que aqui constam apenas os games que MAIS estamos jogando, embora possamos estar experimentando outros títulos simultaneamente. Além disso, aparecem neste quadro somente alguns dos integrantes da equipe BJ:

Mesmo tendo comprado Skyward Sword em seu lançamento, somente agora fui atrás de realmente jogar o game. Acabo de completar o primeiro templo do jogo e, apesar de estar gostando da experiência em geral, alguns aspectos têm me incomodado.


Minha principal crítica ao título é o fato de que não só ele limita muito a exploração do personagem principal, como também insiste em ficar exibindo tutoriais que repetem informações já conhecidas. Para quem está acostumado com a liberdade vista em Ocarina of Time, é difícil engolir que a Nintendo achou que essas duas decisões de design realmente iriam revolucionar a série.

The Cave é um dos jogos mais intrigantes que eu já joguei. Seja pela parte psicológica causada por vários personagens melancólicos em busca de redenção em uma caverna falante, seja pelo simples fato de vários puzzles fundirem a cabeça, este é um grande jogo. Não dá para começar a jogar e parar logo, porque eu sempre quero saber o que vem em seguida.

Antes de MGS: Rising Revengeance, a Platinum criou uma obra digital talvez até mais frenética do que as desventuras do renegado Raiden. Estou falando de Vanquish. Estava lá no meu PS3, na "bolha", há uns dois meses, até que aproveitei este período de entressafra para começar a jogar. Que belo ritmo de jogo. Shinji Mikami foi um maestro ao mostrar seu talento versátil, afinal, a franquia que consagrou esse veterano da indústria, como todos sabemos, foi Resident Evil.

Vanquish é de outra vertente. Rápido e sem espaço para hesitações, o tiroteio futurista, que bebe da fonte de Gears of War e demais do gênero, tem me surpreendido bastante. Adoro games com chefões épicos, daqueles que atravessam as dimensões da televisão. Vanquish conta com esse tempero e possui um vasto arsenal, além de história minimamente convincente. Tudo se mistura com bastante harmonia. A campanha é curta, mas divertidíssima. Os que jogarem o game talvez vejam Rising com mais parcimônia.

E você, o que está jogando neste momento?

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