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Semana TCG: o que estamos jogando (29/07/2013)

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Nova segunda-feira no mundo dos games e chega a hora de apresentarmos o quadro "O que estamos jogando". Talvez você pense que seja impossível que os títulos prestigiados por nós mudem a cada semana, mas acredite: a equipe BJ é muito grande, e nós simplesmente adoramos jogos eletrônicos.

Sem mais delongas, confira o que estamos jogando. Lembramos que aqui constam apenas os games que MAIS estamos jogando, embora possamos estar experimentando outros títulos simultaneamente. Além disso, aparecem neste quadro somente alguns dos integrantes da equipe BJ:

Resolvi voltar a jogar um pouco de CoD. Pode ser repetitivo e até pior que Battlefield 3 para muitos, mas tenho que confessar que adoro a dinâmica de recompensa instantânea do jogo: entra lá e mete pipoco em geral até não aguentar mais.


?O multiplayer tem vários modos, no entanto o pessoal gosta é mesmo do clássico Team Deathmatch. Como neste último fim de semana a Treyarch liberou o dobro de experiência, aproveitei para passar dois níveis do modo Prestige.

Quem quiser jogar comigo é só chamar, a conta do Steam que o Gabriel usa nos gameplays é minha, por isso é bem comum vários leitores me chamarem para bons tiroteios.

PixelJunk Monsters é um Tower Defense cooperativo que, apesar de ser extremamente simples, propicia bastante diversão. Jogando ao lado de um grande amigo, passei boas horas tentando obter o melhor desempenho (ou seja, não deixando nenhum monstro chegar à base) na dificuldade Hardcore.

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Velocidade e precisão na hora de gastar as moedinhas são cruciais para parar as diferentes criaturas. O curioso é que, na maior parte das fases, o chefe final é bem mais fácil que diversas ondas de bichos. Malditos sejam os gigantes de pedra!

Revivendo um dos melhores épicos sci-fi que já experimentei. Isso porque, me crucifiquem, ainda não terminei o 2 e o 3. Só que eu zerei o primeiro Mass Effect há uns bons dois anos, e a história se desenvolve em cima de um mesmo save ao longo de toda a trilogia. Ocorre que perdi esse save numa troca de consoles! Portanto, "pegar o bonde andando" e começar um save do zero em Mass Effect 2 seria incoerente.


E a BioWare está me proporcionando o mesmo prazer que tive há dois anos. Mass Effect é uma imersiva experiência num ambiente sideral futurista que pode não ser distópico, mas é bastante ousado. A saga espacial é um RPG bem americano, mas seu sistema é eficiente, e a história dispensa

Nunca joguei o jogo de tabuleiro nem o game de Super Nintendo, porém a ideia de Shadowrun Returns me agradou desde o momento que vi seu projeto no Kickstarter. O título é uma RPG “à moda antiga”, que adota uma visão isométrica e muito texto para mostrar uma história que envolve assassinatos, traições e drogas.

Apesar de ter alguns problemas, o jogo tem me agradado até o momento, tanto pelo universo interessante que apresenta quanto pela sua estética diferenciada. Ainda esta semana vocês conferem uma análise completa do game aqui no BJ.

“Mas ainda?”, você pode estar se perguntando. “É claro!”, responderia eu, caso fosse indagado com tal colocação, uma vez que o título é grande, complexo e muito difícil, quando você está jogando no modo hard. Agora que já devo estar com mais ou menos 60 ou 70% da aventura completa, posso dizer a plenos pulmões: “Max Payne é alucinante!”.

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DotA é basicamente meu único jogo desde 2004. Com quase 1500 horas de jogo nas minhas duas contas no Steam, posso dizer que DotA 2 é o que estou jogando não só nessa semana, mas por um bom tempo já. O jogo é extremamente recompensador e bastante frustrante também, o que simplesmente faz com que meu lado competitivo não se canse nunca de jogar.

Pra quem ainda não jogou, aproveite que o jogo saiu finalmente da Beta e experimente! Os novos tutoriais estão bem bacanas e, ignorando as pessoas que vão te xingar por um tempo, é certeza que você vai se viciar também. E daqui a duas semanas vai acontecer o The International, um gigantesco campeonato organizado pela Valve com incríveis US$ 2,7 milhões em premiação, um marco histórico dos video games.

Rogue Legacy é um jogo de decisões. Primeiro é necessário escolher qual descendente tem as maiores chances de sobrevivência. Será o minerador que, apesar de ter atributos baixos, conhece o mapa do castelo com as palmas da mão? Ou é melhor investir nos ninjas, cuja alta força compensa a incapacidade de conferir danos críticos?

Depois é hora de escolher quais atributos melhorar. Será melhor investir na força dos meus guerreiros ou o seu total de pontos de vida? Se bem que aumentar a quantidade de dinheiro encontrado na aventura parece um bom investimento para as próximas jogadas...

A partir daí, é adentrar o castelo (cujos cômodos são gerados aleatoriamente a cada nova partida) para tentar desvendar os seus segredos. O importante, no entanto, é se adaptar às peculiaridades de seu herói, que além de ter uma classe específica, também pode ser míope, disléxico, anão e flatulento. Enquanto tudo isso parece ser um monte de detalhes, o conjunto de opções que tudo isso oferece é o que torna o game tão interessante – que o digam minhas horas de jogo.

E você, o que está jogando neste momento?

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