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Semana TCG: o que estamos jogando (30/09/2013)

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Nova segunda-feira no mundo dos games e chega a hora de apresentarmos o quadro "O que estamos jogando". Talvez você pense que seja impossível que os títulos prestigiados por nós mudem a cada semana, mas acredite: a equipe BJ é muito grande e nós simplesmente adoramos jogos eletrônicos.

Sem mais delongas, confira o que estamos jogando. Lembramos que aqui constam apenas os games que MAIS estamos jogando, embora possamos estar experimentando outros títulos simultaneamente. Além disso, aparecem neste quadro somente alguns dos integrantes da equipe BJ:

GTA 5 resumiu meu fim de semana com imagens como esta:

  • ?Carlos Eduardo Ferreira - Braid

Braid é um jogo absolutamente fantástico, um título emblemático em que se podem encontrar, destilados, todos os elementos comumente associados ao melhor do nicho dito “indie”. Foge-se ali da história pasteurizada e também de qualquer diferencial baseado apenas em gráficos ultrarrealistas. Em vez disso, você é conduzido pela labiríntica memória de Tim, que é aqui representada nas cores vivas de uma pintura impressionista interativa.

A porção “jogo” da coisa é igualmente digna de nota. Embora os desafios no início sejam obviamente introdutórios — se lhe parecer difícil, talvez seja melhor parar por ali mesmo —, cada novo “mundo” traz consigo novas mecânicas de jogo, todas elas invariavelmente ligadas ao contexto fornecido pelo enredo. Enfim, um belo jogo, merecidamente premiado. Eu havia jogado por ocasião da análise que escrevi para o BJ há alguns anos, e agora resolvi revisitá-lo.

Continuo minha aventura criminosa em Grand Theft Auto V, me aproximando cada vez mais do final da aventura. Embora no começo os personagens não tenham me chamado a atenção, conforme progredi na história fui me afeiçoando cada vez mais a Trevor, Michael e Franklin e a personagens secundários como Larry e os agentes do FIB.


Não vou entrar em detalhes para não estragar a experiência de quem ainda não experimentou o game, mas garanto que quem se arriscar a seguir a história do título não vai se decepcionar. No entanto, devo frisar que, apesar de ser excelente, o título da Rockstar dificilmente vai ganhar o posto de melhor jogo de 2013 em minha opinião.

Depois de brincar com o game aqui no escritório (ajudando meu amigo Douglas durante a análise) e participar do gameplay, não resisti à tentação e acabei comprando a nova versão deste jogão de futebol. Para ser sincero, não acompanho muito o esporte na televisão, mas acho muito divertido gastar algumas horas praticando o chute a gol no video game.


Aproveitando o bom preço da PSN, baixei o jogo e chamei um amigo (não sou um grande adepto da jogatina online) para batermos uma pelada virtual. O título está equilibrado e realmente vale a compra. É bem provável que eu não vá seguir a carreira, mas acho válido ter o game sempre no console para jogar em galera. Quem já gostava da versão 2013 do game não precisa pensar muito em investir no PES 2014.

Trevor simplesmente é um dos melhores personagens que eu vi em anos de video game. Ele é tão insano, tão psicota, tão... GTA. É a desculpa perfeita para o nosso subconsciente colocar fogo em tudo e não sentir nenhum remorso — você realmente se sente na pele do personagem. E ele é o mais engraçado dos três também.

Estou com umas 8 horas com cada protagonista e cerca de 50% do jogo concluído, mas já com saudade das missões que passaram. Tomara que a Rockstar faça mais DLCs para a história, além do modo online que chega nesta semana.

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Por sorte, o lançamento da versão online vai me segurar de saber o final da história principal. Hora de juntar os colegas para formar uma gangue e dar show por Los Santos.

Acredite se quiser, foi a minha diversão do final de semana. Sempre fui muito fã da série (desde o lançamento do primeiro jogo) e, na minha opinião, The Sims 2 foi o grande trunfo da EA / Maxis. Passei horas construindo uma casa e comandando a vida do meu Sim. Não lembrava que era tão divertido. Dizem por aí que não tem terapia melhor para se desestressar — sou obrigado a concordar. Agora é controlar a ansiedade pelo The Sims 4, que deve sair no ano que vem.

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Para falar a verdade, eu nunca tinha jogado Hitman decentemente na minha vida. Nada além do que algumas tentativas de Codename 47 no PC e de Silent Assassin no PlayStation 2. Mas como o Hitman Absolution veio "de graça" para assinantes da PlayStation Plus, resolvi dar uma chance ao matador mais careca do mundo dos games e estou gostando. O jogo coloca você pra raciocinar na hora de encontrar soluções silenciosas para resolver todas as tretas e nem por isso deixa de ser divertido.

Eu estou jogando GTA V! Finalmente consegui baixar em meu console e instalar essa maravilha, que já começa bem do jeito que eu gosto: com tiros na cara da sociedade. Infelizmente, como o pessoal que acompanha minhas postagens no Facebook sabe, o meu game está (por alguma razão ainda desconhecida) sem áudio nenhum. Então, acho que terei que desinstalar tudo e instalar novamente, mesmo que, para isso, eu perca meu progresso até agora. Creio que irá valer a pena!

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Tudo bem, sei que GTA 5 é "egoísta" e exige toda a atenção para ele, mas estou intercalando a jogatina com outros games pendentes na minha lista. E Puppeteer estava no topo da minha seleção. Não à toa: o trabalho da equipe da Japan Studio fez a lição de casa com base em LittleBigPlanet e criou um jogo de plataforma que adota a velha e clássica fórmula do gênero: o fator viciante.

As aventuras de Kutaro são contadas por um narrador onisciente que interage com os personagens e a plateia. Exatamente: Puppeteer é um teatro de fantoches em que os espectadores reagem às diversas ações do protagonista. Os chefes colossais dão o toque certo para os belíssimos mundos de jogo e são memoráveis! Puppeteer é uma bela surpresa exclusiva da Sony que não deve passar batida pelos adeptos do gênero.

Sou um fã do gênero MOBA, e assim dei uma chance para batalhar nas arenas do grandioso universo de J. R. R. Tolkien. Guardians of Middle-earth viaja por alguns cenários já explorados nos livros e nos filmes, encontrando figuras já conhecidas da Terra Média – como Gandalf, Frodo, Legolas e Gollum. O game oferece customização de atributos e itens de forma similar à de League of Legends, mas infelizmente apresenta uma jogabilidade um pouco mais “travada” que o sucesso da Riot Games.


A partida é desenvolvida nas brigas em equipes, e, para cumprir o objetivo de destruir a base adversária, passamos por brigas intensas contra os cinco jogadores oponentes e suas tropas de suporte. O servidor fora do Brasil não ajuda aqueles que querem aproveitar uma partida sem delay na conexão, mas ainda assim é uma opção para quem curte o gênero e gostaria de travar batalhas entre os grandes guardiões da Terra Média.

E você, o que está jogando neste momento?

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