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Sistema de combate de Thief foi repensado para se adequar aos padrões atuais

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Games que primam pela furtividade costumam ter “pouca ação”. E, quando ela ocorre, o sistema de combate geralmente não tem o mesmo grau de capricho que vemos em games que de fato pertencem ao gênero. O promissor Thief deve seguir a mesma premissa. O líder do projeto por trás do game, Stephane Roy, disse que o sistema de combate do jogo teve de ser repensado após ter sido reprovado pela equipe de testes.

O desenvolvedor disse que retrabalhou a conduta adotada porque o feedback do pessoal de testes disse que o clássico sistema de lutas com espadas “não funcionou”.

“Muitas pessoas disseram a nós que não funcionou. Dez anos depois [do primeiro Thief], o sistema clássico não funcionou. Vocês se lembram do jogo anterior? Digamos que você tenha sido detectado por um guarda. Era muito, muito difícil de sobreviver. Era imperdoável, sabe? Game over”, disse em tom descontraído.

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Roy frisou que o protagonista do game, Garrett, é um ladrão (o “thief” do título, na tradução direta e livre), portanto o fator “furtividade” deve ser seriamente levado em consideração. O combate deve ser evitado, pois o herói não é necessariamente um assassino profissional. “Garrett é um mestre como ladrão; ele não é um soldado, um assassino. Não tente matá-los [os guardas]. Simplesmente dê o fora da po*** daquele lugar!”, exclamou o desenvolvedor.

Ele ressaltou que o novo sistema de combate ainda precisa de trabalho e que o elemento importante é que agora não será “game over” se você for visto por um guarda ou cometer outro erro. “A maneira como jogávamos 10 anos atrás é diferente da forma como jogamos agora. Esse é o porquê de estarmos trabalhando numa nova forma de jogar”, completou.

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