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The Walking Dead: segunda temporada não deve ser apenas um clone

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A segunda temporada de The Walking Dead na XBLA acaba de lançar a sua pedra fundamental, com o lançamento de All That Remains. Entretanto, embora crítica e público tenham, de forma geral, se agradado, há ainda certo temor em relação a um possível limite criativo por parte da Telltale — sobretudo quando se considera o formato episódico. Seria possível que a nova temporada acabasse em um amontoado de “mais do mesmo”? Aparentemente, não.

“A meta é torná-la melhor do que a primeira temporada — e desenvolvê-la para que não seja um clone”, disse o diretor de tecnologia e cofundador da softhouse, Kevin Bruner, em entrevista à Revista Oficial do Xbox.

“Eu penso que foi preciso colhões para fazer o que fizemos com Lee — já que os jogadores haviam investido nele —, e há muito espaço para dar forma à segunda temporada (...).” Bruner reforça também o currículo adquirido pela Telltale durante o desenvolvimento da também episódica Fables.

Sem medo de reinventar

O segredo para escapar do marasmo? Ao que parece, não ter medo de reinventar a roda. “Nós seremos ambiciosos agora. Eu não acho que ‘Não ferre tudo, apenas dê o que eles querem’ faça o nosso estilo.”

A visão é compartilhada pelo roteirista Sean Vanaman. “Sim, isso é como se tornar uma profecia auto-sustentável. Se você diz ‘Não ferre tudo’, é melhor se preparar para a mediocridade. É por isso que o que fizemos com Lee foi tão bom. Considerando-se o destino que ele teve... ‘Não ferre tudo’ — o que isso realmente significa agora?”

De qualquer forma, a nova temporada ainda traz uma grande familiaridade com a primeira, sobretudo em relação à jogabilidade — com buscas por pistas, escolhas de diálogo, testes variados etc.

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