Torneio feminino de LoL na Ásia limitava número de jogadoras LGBT

Torneio feminino de LoL na Ásia limitava número de jogadoras LGBT

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A plataforma Garena, que cuida dos eventos relacionados a League of Legends no sudeste da Ásia, foi alvo de duras críticas nos últimos dias. Ao promover um torneio exclusivo para pessoas do sexo feminino, a organização resolveu limitar o número de participantes LGBT por considerar que uma jogadora lésbica, gay, bissexual ou transgênera ofereceria uma “vantagem injusta” para os times.

O torneio em questão, chamado de Iron Solari, foi anunciado como um campeoanto mensal para as garotas da região. As primeiras finais presenciais dele aconteceriam no final de fevereiro em Manilla, nas Filipinas.

No entanto, a organização foi dura com a composição das equipes que participariam do evento, constando que “seria permitido que cada time tivesse apenas um máximo de uma mulher gay/transgênera durante o dia de torneio”. A punição para uma competidora que violasse essa regra era de um ano de afastamento de qualquer evento promovido pelo Garena.

A situação foi logo encaminhada para a produtora do jogo, Riot Games, que prontamente esclareceu que tomaria precauções. “Jogadores LGBT são bem-vindos aos torneios oficiais de League of Legends. Nós estamos trabalhando com nossos parceiros para garantir a consistência de nossos valores em todas as regiões”, revelou o estúdio por meio do seu Twitter.

Logo após o posicionamento da Riot, a organização do Garena reverteu a sua decisão, permitindo que qualquer número de jogadoras LGBT participassem de uma equipe. “Nós sinceramente nos desculpamos por qualquer ofensa que causamos para as comunidades gamer e LGBT”, declarou a empresa em uma postagem recente.

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