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Ubisoft quer um Assassin’s Creed 3 menos patriótico e mais realista

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Um dos jogos mais esperados deste fim de ano, Assassin’s Creed 3 chega no fim deste mês de outubro com grandes promessas de mudanças na popular série. Além do novo personagem e da ambientação histórica na Revolução Americana, o título ainda deve reproduzir o período de maneira extremamente fiel e sem o patriotismo que todos tememos.

Em entrevista ao site PCGamesN, o designer chefe do jogo, Steven Masters, explicou que o primeiro grande ponto que eles querem trabalhar é a apresentação do período de maneira menos maniqueísta e sem o exagero patriótico que os livros de História ensinaram. Segundo ele, a saga de Connor não é focada no ideal americano e a revolução é apenas um acontecimento que ocorre enquanto o assassino guerreia com os templários, quase como uma coincidência.

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Masters ainda relembra que o grande destaque do novo protagonista é o fato de ser um estranho para as duas culturas, uma vez que ele é mestiço de nativo-americano com europeu. Desse modo, não há sentido em colocá-lo defendendo um ou outro ideal — e é por isso que a trama parece tão promissora, pois teremos uma visão externa e possivelmente imparcial do conflito.

Além disso, o designer conta que a Ubisoft trabalhou duro para reproduzir fielmente os Estados Unidos do século XVIII, incluindo até mesmo sotaques, expressões e até mesmo xingamentos da época para que a ambientação seja completa. Para isso, eles estudaram o censo da população e constaram que a região de Boston, onde o jogo vai se passar, era habitada por ingleses, escoceses, irlandeses e holandeses, o que faz com que tenhamos uma grande salada cultural.

Fonte: PCGamesN

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