Para a Ubisoft, The Division deve ser encarado principalmente como um RPG

Para a Ubisoft, The Division deve ser encarado principalmente como um RPG

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Embora cada vez mais jogos incorporem estruturas de RPG em sua fórmula, é difícil encontrar títulos que realmente assumam essa característica — especialmente quando ela se aproxima do modelo dos MMOs. Destiny talvez seja o exemplo mais recente disso — apesar de seus elementos massivos, o game é apresentado mais como um FPS com elementos massivos do que como um game do estilo.

No entanto, isso não ocorre com The Division, novo projeto da Ubisoft ligado ao nome do escritor Tom Clancy. Em uma entrevista concedida ao site VG 24/7, o produto sênior do game, Rodrio Cortes, fez questão de associar o projeto ao mundo dos RPGs, chegando a afirmar que é justamente esse o fator que faz com que ele se destaque.

“A maior coisa é que se trata de um RPG de Tom Clancy”, afirmou Cortes. “Ele mistura cenários realistas, táticos e possíveis com a jogatina online e mecânica de RPGs”, explica. Segundo ele, esse foi o foco da equipe de desenvolvimento desde o início do processo de criação, o que o diferencia de outros jogos lançados recentemente no mercado.

“Você está começando a ver essa mistura de gêneros em outros jogos. Antes, um game era um shooter ou título de ação em terceira pessoa, ou um jogo de corrida. Mas agora há cada vez mais uma mistura de gêneros em um grande game. Isso pode tornar as coisas difíceis de definir — há elementos de tiro, mecânicas de RPG, é baseado em coberturas e possui um mundo aberto sem limites”, explicou o produtor.

Um RPG diferente

Entre os desafios enfrentados pela equipe de desenvolvimento está o fato de que a maioria dos RPGs do mercado parece obcecada com cenários baseados em fantasia ou na ficção científica. Segundo Cortes, a experiência de provou desafiadora, mas ao mesmo tempo recompensadora por permitir uma nova maneira de lidar com o universo Tom Clancy.

“Não há nada como isso no mercado então podemos fazer de forma surpreendentemente competente o que ninguém fez antes. Não temos dragões ou efeitos estranhos de feitiços com efeitos estranhos, temos tecnologias e temos armas”, explica o produtor sênior.

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