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Depois da confusão com as datas anunciadas para a volta da PSN, o diretor de comunicações da divisão europeia da Sony, Nick Caplin, atualizou o blog do PlayStation com mais informações a respeito dos procedimentos da empresa em relação ao ocorrido.

De acordo com ele, ainda não é possível definir uma data exata para o retorno das atividades da rede. “Nós pedimos desculpas pela inconveniência enquanto trabalhamos nisso, mas é provável que ainda leve mais alguns dias para que tudo volte ao normal”, completou o diretor.

Enquanto isso, as produtoras prejudicadas com a interrupção dos serviços da PSN continuam pedindo para a companhia mais agilidade na resolução dos problemas. O fundador da Q-Games, responsável pelos games da série PixelJunk, afirmou não ter ideia sobre o que a Sony irá fazer para ajudar as desenvolvedoras, mas que acredita que ”a companhia deve estar preparando algum tipo de indenização para não perdê-las”.

Grandes companhias, como a Activision e a Capcom, já anunciaram que tiveram prejuízos com a paralisação da PSN e, por conta disso, cobram que a manutenção se dê logo. Além disso, analistas calculam que os prejuízos para a Sony podem alcançar a casa dos bilhões de dólares.

Anônimo contra anônimo

Enquanto todos aguardam para que a PSN retorne às suas atividades, o site AnonOps.net, utilizado pelo grupo de hackers conhecido como Anonymous — apontado pelo FBI como um dos principais suspeitos dos ataques à Sony —, foi atacado e teve obscenidades publicadas em sua página.

Além disso, o nome e o endereço de cerca de 500 pessoas que teriam feito parte de ataques do grupo também foi divulgado. Também foi postada uma mensagem assinada por cinco pessoas que se identificam como “a equipe antiga do AnonOps” que dizia: “Sentimos muito por todo esse drama, mas não podemos fornecer nenhuma estimativa sobre a volta dos serviços [da PSN]”. De acordo com o jornal Financial Times, veteranos do grupo afirmaram que houve uma divisão entre os hackers que poderia ter motivado o corte na própria carne.

O senador do contra

Ao contrário das companhias e dos usuários da PlayStation Network, o senador do partido democrata dos Estados Unidos, Richard Blumenthal, gostou da interrupção dos serviços por parte da companhia. Logo após a queda da rede, o senador entrou em contado com a Sony pedindo respostas sobre o acontecido e que a companhia atendesse a algumas medidas (como o fornecimento de seguro a todos os usuários norte-americanos afetados).

Depois de a companhia ter afirmado que providenciou US$ 1 milhão para cobrir despesas de usuários, assim como a garantia de um ano de monitoramente de crédito grátis, Blumenthal parece ter ficado satisfeito. “As medidas da Sony poderão ser tomadas como exemplo por outras companhias que possam vir a sofrer ataques criminosos de hackers”, afirmou o senador em seu site oficial.

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