Voxel

Wii U: nome não é problema; a amplitude do sistema é que deve ser explorada

Último Vídeo

Fonte da imagem: Reprodução/Kotaku

Em entrevista ao site Kotaku, Reggie Fils-Aime, presidente da Nintendo norte-americana, disse que o nome atribuído ao console de nova geração da “Big N” não justifica as baixas vendas da tal plataforma. “Os desafios que temos enfrentado com o Wii U não são problemas [relacionados ao] nome”, disse o executivo.

Esse esclarecimento é bastante pertinente, uma vez que uma das teorias mais populares sobre o aparente fracasso do console afirma que a companhia simplesmente escolheu um título inadequado ao seu aparelho — “Seria o Wii U um ‘Wii 2’?, comentam alguns críticos. Mas, afinal, por que este video game vendeu apenas 1,5 milhão de unidades nos EUA – que, em termos práticos, significa cerca de metade dos negócios arrematados pelo Wii em um ano –?

“O problema é a taxa estática de softwares que foram lançados”, esclareceu o entrevistado. E também conforme explica Fils-Aime, seria necessário “motivar o jogador a consumir ‘novos títulos de forma acelerada, destacando a diversidade de usos do GamePad”.

Fonte da imagem: Divulgação/Nintendo

Após a estreia do Wii U em 2012, uma das questões que mais chamou atenção da Nintendo durante a E3 do ano passado foi a seguinte: o console é exatamente o quê? Significa dizer que muitos consumidores enxergam a plataforma apenas como um “periférico” –  por mais estranho que isso possa soar...

O que eu vou jogar hoje?

Bem, parece que, além de ter lançado um ousado sistema de hardware há cerca de um ano, a Nintendo leva em conta, sobretudo, o significado único que cada plataforma pode gerar a seus clientes. Prova disso é a outra das falas de Fils-Aime. “Os jogadores entendem que temos um novo sistema. Mas esta é a grande questão: o que vou jogar hoje? E o que fará desta experiência algo único e convincente se comparada a outros sistemas?”, reflete o executivo.

Fonte da imagem: Divulgação/Nintendo

Por fim, e em fala bastante consistente, o presidente da Nintendo da América do Norte amarra todo o seu discurso dizendo o que se deve esperar dos games do console. “E este é o porquê de experiências como Pikmin 3, Wonderful 101, Zelda Wind Waker HD (...) e Super Mario 3D World. É fundamental que o consumidor enxergue por si mesmo o alcance e a amplitude de um software ‘atraente ao sistema [do Wii U]”.

Você sabia que o Voxel está no Facebook, Instagram e Twitter? Siga-nos por lá.