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Semana TCG: o que estamos jogando (12/11/2012)

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Nova segunda-feira no mundo dos games, e chegou a vez de apresentarmos o quadro "O que estamos jogando". Talvez você pense que seja impossível que os títulos prestigiados por nós mudem a cada semana, mas acredite: a equipe BJ é muito grande, e nós simplesmente adoramos jogos eletrônicos.

Sem mais delongas, confira o que estamos jogando. Lembramos que aqui constam apenas os games que MAIS estamos jogando, embora possamos estar experimentando outros títulos simultaneamente. Além disso, aparecem neste quadro somente alguns dos integrantes da equipe BJ:

Devo confessar, minha perspectiva para o novo CoD era baixíssima. Modern Warfare 3 foi tão "mais do mesmo" que eu já dava por encerrada a capacidade de renovação da franquia nesta geração. Me enganei, e isso foi muito bom. Black Ops 2 tem uma história que prende de verdade. Comecei a campanha e só parei depois de zerá-la completinho, com cerca de 7 horas de jogo.

Além de um roteiro convincente e bem escrito, o vilão Raul Menendez é memorável e com certeza será lembrado por anos. Sem contar o modo multiplayer, refinado e com fases bastante equilibradas. Esse será um jogo para fazer o video game e PC fritarem por meses. Minha única ressalva é que não há nenhum modo de jogo "novo" na área multiplayer.

Por mais que eu tente me livrar desse vício, é simplesmente impossível resistir às inúmeras possibilidades oferecidas por esse game. Depois de meses jogando apenas no modo “Survival”, resolvi dar uma chance para o modo “Creative” – o triste é pensar que a cidadela que projetei deve levar meses para ser construída.

Aproveitando a proximidade do lançamento de Call of Duty: Black Ops 2, decidi retornar ao mundo de Modern Warfare 3 e finalmente terminar a campanha principal do game. Mesmo um ano depois de seu lançamento, o jogo ainda surpreende por trazer uma experiência que realmente faz o jogador se sentir em meio a uma guerra.

A Infinity Ward é mestre em criar momentos que, mesmo fazendo parte de um script pré-determinado, realmente conseguem fazer você se sentir parte de um conflito. O lado ruim fica somente para o fato de que o título é extremamente linear, passando a sensação de que se está em uma simples galeria de tiros em muitos momentos.

Quinto título da série, Angry Birds: Star Wars é bem mais do que apenas uma versão tematizada do já clássico game para dispositivos móveis. Agora, as aves usam sabres de luz, raios e até a força para destruir os porcos do lado negro. A dinâmica do game envolve a mecânica de Angry Brids Space, em que o jogador precisa levar em conta a gravidade de planetoides massivos que compõem cada nível e também elementos novos, como inimigos que se movem e que atiram raios lasers, aumentando um pouco mais a dificuldade.

Apesar de muita gente ter reclamado da quantidade inicial de níveis lançados com o título, acredito que 120 fases são o suficiente para um jogo casual. Além disso, o menu do game já exibe um novo mundo por vir: Hoth, o planeta gelado que apareceu pela primeira vez em “O Império Contra-Ataca”, tido por muitos como o melhor filme da primeira trilogia.

E você, o que está jogando neste momento?

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