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Softnyx leva ritmo à Brasil Game Show

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Quem passou pelo primeiro dia de feira da Brasil Game Show pôde perceber que todas as empresas estavam preocupadas em atrair o público de alguma maneira. Alguns estandes eram repletos de modelos enquanto outros exibiam cosplays muito bem produzidos. No entanto, o que realmente se destacou na sexta-feira foi a dança.

Por mais que fosse possível testar as demos de Dance Central 2 e Just Dance 3, teve quem ousou e levou artistas profissionais para a feira. O estande da Softnyx, por exemplo, trouxe várias dançarinas para que o os visitantes pudessem conferir um pouco do espírito de Love Ritmo, um dos títulos que a desenvolvedora trouxe à BGS. Ao som do K-pop (música pop coreana), a performance fez com que muita gente desse uma pausa no passeio para observar as performances das moças.


De acordo com Gustavo Yoshida, analista de marketing da empresa, a ideia é exatamente trazer essa experiência do game para a vida real. "É comum o jogador querer ver sua realidade dentro de um título, então decidimos fazer o inverso e puxar para fora do game a vivência do k-pop", afirma. Segundo ele, o público curtiu a proposta e está adorando os shows. Para os próximos dias, Yoshida promete apresentações diferentes, tudo para mostrar a variedade de Love Ritmo.

Bala de prata

Além da música, a Softnyx aproveitou o espaço para promover Wolf Team, seu game de tiro em primeira pessoa que promete fugir da mecânica padrão do gênero. O analista de marketing explica que a pegada do título é trazer dois estilos de jogabilidade bem diferentes para que os usuários criem suas próprias estratégias. "Como humano, o jogador fica limitado apenas às armas, mas ele ganha novos poderes ao se transformar em lobisomem. São novas possibilidades, o que pode mudar completamente o rumo da partida", completa.

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Viabilizando projetos

Uma das parceiras da Softnyx é a E-Prepag, com quem a empresa divide o estande na Brasil Game Show. Conhecida como a maior revendedora de Cash do país, a companhia aproveitou o evento para reforçar sua marca e mostrar o bom momento que a venda de itens para jogos free-to-play está tendo.

De acordo com o analista de marketing João Paulo Trevisan, esse tipo de formato é muito positivo tanto para o jogador quanto para quem cria novos títulos. Ele explica que ao mesmo tempo que o usuário pode conhecer uma produção sem pagar nada por isso, a comercialização de uma moeda especial é o que torna viável e rentável o desenvolvimento.

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